Volkswagen usará nuvem da Microsoft para desenvolver software de direção autônoma

Fabrizio Bensch/Reuters
Fabrizio Bensch/Reuters

Empresa acelera projeto de carros autônomos e recursos de assistência aos motoristas de suas marcas com unificação de sistemas

A Volkswagen disse hoje (11) que usará os serviços de computação em nuvem da Microsoft para ajudá-la a otimizar esforços de desenvolvimento de software para carros autônomos.

A Volkswagen, dona das marcas Audi e Porsche, está trabalhando tanto em carros autônomos quanto em recursos de assistência ao motorista, como cruise control para veículos atuais. Mas a empresa vinha desenvolvendo esses recursos de forma independente.

No ano passado, a Volkswagen consolidou alguns desses esforços de desenvolvimento em uma subsidiária chamada Car.Software, com cada empresa desenvolvendo seu próprio trabalho relacionado a softwares, enquanto colabora nas funções básicas de segurança, como detecção de obstáculos.

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Mas as várias empresas do grupo ainda estavam usando sistemas diferentes para desenvolver esse software, e o acordo anunciado hoje (11) as colocará em uma provedora de serviços de computação em nuvem comum, disse Dirk Hilgenberg, presidente-executivo da Car.Software, à Reuters em entrevista.

O acordo com a Microsoft também tornará a implantação de atualizações de software para adicionar novos recursos aos carros – uma prática que ajudou a diferenciar a Tesla de muitos rivais – muito mais fácil.

“Atualizações wireless são fundamentais”, disse Hilgenberg. “Essa funcionalidade precisa estar lá. Se você não conseguir, perderá terreno.”

Em termos práticos, o acordo significa que os carros que inicialmente são vendidos apenas com alguns recursos de assistência ao motorista hoje podem ter novos recursos que os aproximam da direção autônoma acrescentados ao longo do tempo, disse Scott Guthrie, vice-presidente executivo de nuvem e inteligência artificial da Microsoft.

“Essa capacidade de começar a programar o veículo de maneiras cada vez mais ricas e seguras transforma o funcionamento da experiência”, disse Guthrie. (Com Reuters)

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