Alemanha busca maior capacidade de importação de GNL para substituir o gás russo

Por Vera Eckert FRANKFURT (Reuters) – A Alemanha tomou medidas para aumentar as importações de gás natural liquefeito (GNL) nesta quinta-feira, à medida que busca se afastar do fornecimento canalizado russo, alugando quatro unidades flutuantes.

Compartilhe esta publicação:

Por Vera Eckert

Acessibilidade


FRANKFURT (Reuters) – A Alemanha tomou medidas para aumentar as importações de gás natural liquefeito (GNL) nesta quinta-feira, à medida que busca se afastar do fornecimento canalizado russo, alugando quatro unidades flutuantes de armazenamento e regaseificação (FSRUs, na sigla em inglês) e escolhendo o porto de Wilhelmshaven, no Mar do Norte, como o primeiro polo.

A demanda por FSRUs aumentou acentuadamente à medida que os governos de toda a Europa lutam para encontrar maneiras rápidas de garantir mais GNL. Eles são uma parte fundamental da estratégia da Alemanha, pois levará tempo para construir terminais de GNL mais permanentes.

A maior economia da Europa atualmente depende do gás russo canalizado para quase um terço de seu suprimento, importações que totalizaram 142 bilhões de metros cúbicos em 2021.

Berlim disse que pode levar até o verão de 2024 para encerrar sua dependência do gás russo.

O Ministério da Economia disse no fim de semana passado que queria quatro FSRUs para acelerar a diversificação da energia do país após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

(Reportagem adicional de Nora Buli e Reuters TV)

Compartilhe esta publicação: