Escoteiros dos EUA podem pagar indenizações de US$ 1 bilhão

Organização deve entrar em recuperação judicial para contornar as acusações de assédio sexual.

Redação
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Os portões do acampamento do Boy Scouts of America

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A organização de escoteiros Boy Scouts of America está em vias de declarar recuperação judicial (o capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos). A razão? O colossal montante das futuras indenizações que a empresa terá de pagar por acusações de assédio sexual. Cerca de 12 mil vítimas foram contabilizadas ao longo de 72 dos 110 anos de história da organização.

Ainda não se sabe o valor que a empresa terá de pagar durante o processo de ressarcimento das vítimas, mas estimativas giram em torno de US$ 1 bilhão. Em comunicado oficial, a organização lamentou que funcionários tenham abusado de crianças e disse ter a intenção de criar um fundo para indenizar as vítimas.

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Grandes personalidades dos Estados Unidos fizeram parte do Boy Scouts, como o astronauta Neil Armstrong, Martin Luther King, Michael Jordan e alguns ex-presidentes do país. Fundado em 1910, é uma das maiores organizações do país, com mais de 4,5 milhões de membros. No total, mais de 110 milhões de americanos foram ou são membros da instituição.

Reportagem publicada na edição 75, lançada em março de 2020

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