A jogadora Megan Rapinoe fala sobre a luta pela igualdade dentro e fora do campo

Brad Smith/Getty Images
Brad Smith/Getty Images

Megan Rapinoe, cocapitã da seleção americana de futebol, acredita que pode fazer a diferença no mundo, por meio do uso de seu talento e sua influência para boas ações

A cocapitã da seleção feminina de futebol dos Estados Unidos, Megan Rapinoe, destaca-se também por ser defensora de movimentos sociais como o Black Lives Matter (Vidas Negras Importam, em tradução livre), que luta contra o racismo, e por seu envolvimento com questões sociais relacionadas aos direitos dos grupos LGBTQs e à igualdade de gênero.

Em entrevista ao Forbes Power Women’s Summit, Megan explica que dentro e fora do campo de futebol esforça-se não apenas para ser a melhor jogadora possível, mas também para ser uma mulher capaz de fazer mudanças positivas no mundo, por meio de sua fama e suas performances nas partidas. “Acredito que temos que usar o talento, as habilidades e o poder que temos para fazer do mundo um lugar melhor, da forma em que pudermos ser mais eficazes”, afirma.

Megan declara que existem diversos obstáculos para o reconhecimento de atletas femininas, lésbicas e de outros grupos marginalizados, o que torna o cenário esportivo mais desigual. Para a jogadora, a maneira que aprendeu para derrubar todas as barreiras em seu caminho é superar-se sempre e usar suas lutas individuais para o bem maior de todas as pessoas.

Ao explicar o seu interesse pelo ativismo, Megan faz referência à sua bibliografia “One Life” (“Uma Vida”, em tradução livre), publicada em novembro, na qual revela que, durante a infância, seus pais ensinaram-na que ser popular e excelente nos esportes não é tudo na vida. O fundamental é ser uma boa pessoa, usar suas aptidões para além do sucesso pessoal e assumir responsabilidades com o mundo ao redor. Segundo a jogadora, esses valores familiares moldaram o seu envolvimento com as causas sociais e a mulher que se tornou, além de ajudá-la a ter determinação para chegar à seleção americana, se assumir como homossexual e lidar com injustiças como desigualdade de gênero e a discriminação. E com essas experiências, Megan afirma que compreendeu melhor o mundo em que vive e a maneira como todos os problemas sociais estão conectados.

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