Conheça Austin Russell, o bilionário self-made mais jovem da lista da Forbes

Empreendedor conquistou uma fortuna de US$ 2,4 bilhões após o bem-sucedido IPO de sua startup em dezembro.

Mateus Omena
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Reprodução/Forbes
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Austin Russell, CEO e fundador da Luminar Technologies e considerado o bilionário self-made mais jovem do mundo

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Após deixar a Universidade de Stanford e receber uma bolsa de US$ 100 mil do empresário Peter Thiel, em 2012, Austin Russell começou a trabalhar em seu próprio projeto, a Luminar Technologies, na qual é fundador e CEO. E hoje, Russell, 26 anos, é o bilionário self-made mais jovem do mundo.

Em dezembro de 2020, a empresa fez um IPO (Oferta Pública de Ações, da sigla em inglês) bem-sucedido, que resultou em uma fortuna de US$ 2,4 bilhões para Austin Russell.  Atualmente, o executivo possui cerca de um terço da companhia.

A startup fabrica sensores para carros autônomos de importantes montadoras como Volvo e Toyota. Com dados 3D, o sistema cria um ambiente imaginado pelo sensor, possibilitando um campo de visão de 120º e que se torna um dos principais alicerces do veículo sem motorista. Permitindo, então, uma navegação precisa e segura.

“Meu propósito é criar um tipo de sistema de sensores Lidar para auxiliar o setor de veículos autônomos. Além de suprir suas exigências super-rígidas de desempenho, segurança e expansibilidade necessárias ao funcionamento“, explica Austin Russell.

De acordo com o empreendedor, o sucesso da Luminar deve-se não apenas ao desenvolvimento de tecnologias de base que atendam o setor automotivo, como também às estratégias claras e cautelosas, e a motivação de toda a equipe de produção para garantir o funcionamento dos produtos da companhia. Por outro lado, Russell revela que o maior desafio do seu negócio no início foi convencer os investidores de sua viabilidade, principalmente em relação às implicações do setor de software e suas exigências.

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Ao projetar o futuro no qual a direção manual possa se tornar obsoleta, Russell afirma que esse problema surgirá a partir de 2040. Mas até lá, continuará empenhado em criar soluções de navegação seguras e expandir as capacidades operacionais dos veículos, além de contribuir com a modernização de algumas das maiores empresas globais no setor de transporte.

 

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