5 lendas do esporte que nos dão verdadeiras lições de negócios

Rotina de executivos e de atletas têm pontos em comum - entre eles, a competição para ser o melhor.

Grant Powell
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Usain Bolt [foto] é um dos maiores e mais reconhecidos atletas de todos os tempos

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Apesar da pandemia, 2021 foi um ano incrível para os esportes. Entre os destaques estão os Jogos Olímpicos de Tóquio, os Jogos Paralímpicos, o The British & Irish Lions Tour da África do Sul e a Eurocopa de futebol.

Embora o mundo empresarial e o mundo esportivo nem sempre se sobreponham diretamente, existem muitas semelhanças entre eles. Ambos envolvem uma intensa competição para ser o melhor, bem como o trabalho em equipe e a colaboração. Sendo assim, quais lições de negócios podemos aprender com as lendas do esporte de hoje?

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Há um vasto grupo de líderes esportivos, além dos mencionados aqui, com os quais todos podemos aprender algo. A coragem aliada ao foco é uma combinação vencedora. O modo como os atletas encontram um equilíbrio entre as vitórias é algo a que devemos aspirar. Veja, na galeria abaixo, lições de cinco esportistas:

  • Marcus Rashford – Dedicação

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    O jogador de futebol inglês de 23 anos, Marcus Rashford, é um dos melhores exemplos de um esportista que usa sua plataforma para o bem social.

    Durante a pandemia, ele continuou e aumentou sua campanha para combater a pobreza alimentar infantil. Sua carta aberta ao governo do Reino Unido foi sincera e mostrou que a questão “não era política”, mas sim “humanitária”. Graças a seus esforços, o governo voltou atrás sobre uma declaração anterior. Assim, 1,3 milhão de crianças puderam reivindicar seus vales-refeições escolares gratuitos durante as férias de verão.

    Além disso, seu nível de envolvimento mostra seu compromisso com a questão. O jogador visitou pessoalmente abrigos para pessoas sem moradia, bem como liderou enormes campanhas de arrecadação de fundos. Ele também enfrentou seus próprios desafios pessoais enquanto apoiava os outros, como episódios de racismo que chegaram ao seu ápice após a final da Euro.

    Marcus Rashford é um exemplo de líder dedicado. E seu compromisso de ajudar os outros não mostra sinais de declínio. Não importa o obstáculo, ele não para. E depois que cada marco é alcançado, seus olhos se voltam para o que mais pode ser feito.

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  • Simone Biles – Bem-estar

    A renomada ginasta norte-americana Simone Billes decidiu retirar-se de várias finais da Olimpíada de Tóquio devido a problemas de saúde mental. A decisão gerou algumas críticas – algumas vindas de fãs que desejavam ver a campeã continuar sua sequência de vitórias. Aos 24 anos, ela já conquistou 19 títulos mundiais e cinco medalhas olímpicas.

    No entanto, sua decisão foi importante e também recebeu muitos elogios. Ela aumentou enormemente a conscientização sobre os problemas de saúde mental, tratando-os da mesma forma que as lesões físicas. E ao falar abertamente sobre o tema, Simone ajudou a esclarecer a relação entre os danos mentais e situações de grande pressão.

    Getty Images
  • Kevin Love – Proativo

    Kevin Love, estrela profissional do Cleveland Cavaliers na NBA, reagiu rapidamente à pandemia. Vendo o impacto que a perda repentina de empregos teria, em 13 de março ele doou US$ 100 mil para os trabalhadores da Rocket Mortgage Fieldhouse. Desde então, ele continuou a apoiar as pessoas afetadas pelo isolamento social.

    Após esse ato generoso, muitos outros jogadores da NBA seguiram o exemplo nos Estados Unidos. Ele também falou no programa “Today Show” sobre a importância de fornecer suporte para aqueles que precisam. Depois disso, 21 proprietários de equipes criaram fundos nas semanas seguintes para ajudar os trabalhadores durante a pandemia.

    Kevin Love também foi extremamente aberto sobre sua batalha de longa data contra a ansiedade e a depressão. Reconhecendo que as mudanças afetariam a saúde mental de muitas pessoas, ele falou sobre a importância de lidar com a ansiedade causada pela pandemia de maneira significativa e útil.

    A reação rápida de Kevin em relação ao cotidiano de pessoas que muitas vezes são esquecidas acabou solidificando seu lugar como um líder moderno, especialmente com tantos seguindo o seu exemplo. Ver a oportunidade de dar um passo à frente e ajudar os outros é algo que os diretores empresariais certamente podem aspirar.

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  • Asma Elbadawi – Mudança

    “Basta uma pessoa para criar um movimento.” Essa é uma citação simples, mas perfeita, da jogadora de basquete e ativista Asma Elbadawi. A britânica com raízes sudanesas é o exemplo perfeito de agir e falar com propósito, não importa quais barreiras estejam em seu caminho.

    Ela fez uma campanha para remover a proibição de hijabs e lenços religiosos nas competições profissionais de basquete, vencendo a Federação Internacional de Basquete. Encarar esse tipo de instituição pode ser uma tarefa difícil que ela não teria sido capaz de enfrentar sem se colocar em uma posição desconfortável. Mas impulsionar a mudança – especialmente quando os processos em vigor são injustos- pode ajudar empresas e indivíduos a trabalhar com propósito.

    Reprodução/Instagram
  • Usain Bolt – Motivação

    Por um bom motivo, Usain Bolt é um dos maiores e mais reconhecidos atletas de todos os tempos. Oito vezes medalhista de ouro olímpico, ele detém os recordes mundiais dos 100 metros, 200 metros e revezamento 4 × 100 metros mesmo depois de se aposentar em 2017. Ficar no topo por um período tão longo e em várias provas diferentes exigiu uma quantidade extrema de motivação. É assim que ele fez.

    Bolt sempre compartilhou seus objetivos publicamente, evitando dúvidas e demonstrando confiança na sua capacidade de alcançá-los. Ele se manteve ciente da competição, sabendo que se não continuasse melhorando, logo seria ultrapassado. No entanto, ele nunca se esquivou de uma competição, conhecendo seus próprios pontos fortes. Cada elemento acima pode ser aplicado positivamente às estratégias de negócios no mundo de hoje.

    Ao lado de sua incrível história, ele também é um dos atletas mais simpáticos que existe. Sua personalidade sempre brilha, seja conversando com os voluntários na linha de partida ou fazendo sua pose de “raio” após cruzar a linha de chegada. Com isso, as empresas precisam aprender que seus clientes se preocupam tanto com a forma como as marcas interagem com eles quanto com os resultados financeiros.

    Reprodução/Forbes

Marcus Rashford – Dedicação

O jogador de futebol inglês de 23 anos, Marcus Rashford, é um dos melhores exemplos de um esportista que usa sua plataforma para o bem social.

Durante a pandemia, ele continuou e aumentou sua campanha para combater a pobreza alimentar infantil. Sua carta aberta ao governo do Reino Unido foi sincera e mostrou que a questão “não era política”, mas sim “humanitária”. Graças a seus esforços, o governo voltou atrás sobre uma declaração anterior. Assim, 1,3 milhão de crianças puderam reivindicar seus vales-refeições escolares gratuitos durante as férias de verão.

Além disso, seu nível de envolvimento mostra seu compromisso com a questão. O jogador visitou pessoalmente abrigos para pessoas sem moradia, bem como liderou enormes campanhas de arrecadação de fundos. Ele também enfrentou seus próprios desafios pessoais enquanto apoiava os outros, como episódios de racismo que chegaram ao seu ápice após a final da Euro.

Marcus Rashford é um exemplo de líder dedicado. E seu compromisso de ajudar os outros não mostra sinais de declínio. Não importa o obstáculo, ele não para. E depois que cada marco é alcançado, seus olhos se voltam para o que mais pode ser feito.

 


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