Ibovespa fecha com forte alta

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Ibovespa tem segundo dia de valorização acentuada com investidores mais confiantes no controle do coronavírus

A bolsa brasileira teve hoje (12), o segundo dia seguido de ganhos expressivos, desta vez, com o suporte das altas nos índices nos Estados Unidos.

Além das ações com preços atraentes após as baixas acentuadas dos últimos dias, os investidores sentiram mais confiança para os negócios com a última divulgação de números oficiais sobre o avanço do coronavírus.

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A doença já matou 1.113 pessoas na China e infectou um total de 44.653. A taxa de mortalidade, no entanto, teve uma desaceleração de 22% desde a última contagem.

No Brasil, a resposta do mercado foi um fechamento do Ibovespa com alta de 1,13% aos 116.674 pontos.

Em meio à temporada de divulgação de balanços, a Tim atraiu olhares com os resultados do quarto trimestre de 2019. A operadora de telefonia registrou lucro líquido de R$ 756 milhões, com alta de 28,7% na comparação com o mesmo período de 2018.

As ações TIMP3 dispararam alta ao longo do pregão e permaneceram como destaque durante praticamente todo o dia. No encerramento dos negócios, tinham alta de 4,05% a R$ 17,49.

Na lista das maiores altas do Ibovespa, as ações do Pão de Açúcar (PCAR4) com ganhos de 5,09% a R$ 86,50, Cogna (COGN3) com mais 4,84% a R$ 11,69, Klabin (KLBN11) com avanço de 4,52% a R$ 21,72, Totvs (TOTS3) que subiu 4,24% a R$ 78,40 e Suzano (SUZB3) com valorização de 4,23% a R$ 40,12.

Já os destaques de queda foram da CVC (CVCB3) com recuo de 2,49% a R$ 33,74, IRB (IRBR3) com menos 2,28% a R$ 33,86, Bradesco ON (BBDC3) com desvalorização de 1,44% a R$ 32,28 e Bradesco PN (BBDC4) que caiu 1,34% a R$ 33,93 e Marfrig (MRFG3) que perdeu 1,19% a R$ 10,78.

Pela manhã, o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou dados de varejo no país, com um recuo de 0,1% em dezembro. O indicador veio abaixo da expectativa do mercado que aguardava um avanço de 0,2%.

A partir deste resultado, analistas já apostam em um novo corte da taxa básica de juros este ano, apesar da sinalização do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, do fim do ciclo de redução da Taxa Selic.

O mercado acredita, agora, que o BC poderá rever sua decisão de política monetária, promovendo mais um corte nos juros em 2020 para aquecer a economia. A Taxa Selic foi reduzida na semana passada em 0,25 ponto percentual para 4,25% ao ano.

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Luciene Miranda é jornalista especializada em Economia, Finanças e Negócios com coberturas independentes na B3, NYSE, Nasdaq e CBOT

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