Jeff Bezos pode se tornar trilionário? Entenda as especulações em torno do homem mais rico do mundo

Reprodução/Forbes
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O atual patrimônio líquido do fundador da Amazon, Jeff Bezos, é de US$ 143 bilhões

De repente, a riqueza de Jeff Bezos chamou a atenção do Twitter, em meio a “alegações” de que o homem mais rico do mundo se tornaria um trilionário, devido em parte à demanda impulsionada pela pandemia que elevou as ações da Amazon.

Bezos entrou nos Trending Topics da rede social depois que um estudo realizado há alguns meses pela plataforma de consultoria para pequenas empresas Comparisun, ressurgiu. A pesquisa alegava que o patrimônio líquido de Bezos poderia chegar a US$ 1 trilhão em 2026.

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A companhia analisou o valor de mercado das empresas mais valiosas na Bolsa de Valores de Nova York, bem como as 25 pessoas mais ricas no ranking da Forbes. O bilionário chinês Xu Jiayin é o segundo na lista do estudo.

Entretanto, Bezos ainda tem um longo caminho a percorrer para se tornar o primeiro trilionário do mundo. No momento desta publicação, a Forbes avalia o patrimônio líquido do fundador da Amazon em US$ 143 bilhões. Ele possui uma participação de 11,2% na gigante do comércio eletrônico e sua riqueza aumentou a partir de um valor próximo a US$ 125 bilhões em março.

Prevê-se que a Amazon seja uma das vencedoras da pandemia, à medida que a demanda por serviços de compras online, streaming e delivery é alavancada.

As vendas nos primeiros três meses do ano superaram US$ 75 bilhões, contra US$ 60 bilhões em 2019. O potencial para uma segunda onda do vírus e outras paralisações podem manter essa demanda alta.

Bezos entrou na lista da Forbes dos 400 norte-americanos mais ricos em 1998, quatro anos depois de fundar a companhia de e-commerce, e tinha um patrimônio líquido de US$ 1,6 bilhão na época.

As ações da Amazon aumentaram mais de 28% até agora este ano. Todavia, a empresa está enfrentando agora o “momento mais difícil” de sua história”, segundo a declaração feita por Bezos em abril. A companhia previu lucros operacionais de US$ 4 bilhões no trimestre até junho, mas agora tem comprometido todo esse valor com “despesas relacionadas a Covid-19”, como salários mais altos por conta de horas extras dos funcionários, compra de equipamentos de proteção individual para a equipe e desenvolvimento de instalações a fim de realizar testes do coronavírus.

Atualmente, a empresa é alvo de críticas de ex-funcionários de escritórios e armazéns por ter supostamente os silenciado depois que se manifestaram sobre a falta de proteção contra o vírus. A Amazon demitiu vários funcionários, alegando que eles violaram a política da empresa.

Em fevereiro, Bezos embolsou US$ 3,1 bilhões depois de vender US$ 4 bilhões em ações de sua empresa desde janeiro.

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