Rachel Maia deixa a presidência da Lacoste e vê futuro para além do mundo corporativo

Luciana Prezia
Luciana Prezia

Sobre os planos para o futuro, a ex-presidente da Lacoste diz querer aplicar tudo que aprendeu, principalmente quando o assunto é digitalização do varejo

Após dois anos como presidente da Lacoste no Brasil, Rachel Maia anunciou ontem (15) que não fará mais parte do time da marca parisiense de vestuário. Em comunicado oficial, a executiva escreveu que pretende explorar caminhos fora do mundo empresarial. “Acredito que já trilhei boa parte da minha jornada no universo corporativo. Chegou a hora de retribuir tudo que aprendi e viver minha diversidade para além da minha cor”, disse na nota.

Em entrevista para a Forbes, Rachel se mostrou otimista e com planos na área de consultoria e como palestrante. “Estou em uma fase muito empolgada e feliz, mesmo diante deste cenário pandêmico. Tenho tantas ideias e conto com amigos para executá-las”, comenta.

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Sobre os planos para o futuro, a ex-presidente da Lacoste diz querer aplicar tudo que aprendeu, principalmente quando o assunto é digitalização do varejo. “Implementar o digital na Lacoste foi um passo importante e potencializador, assim como o trabalho para trazer produção local para o país. Presto mentoria para executivos há cinco anos, quero continuar com elas e também oferecer consultoria para o varejo, principalmente para digitalização do mercado de luxo”. A executiva também diz que há a possibilidade de dar palestras.

Rachel contou que planeja trabalhar diretamente no fomento à educação por meio de seu projeto social CAPACITA-ME. “Quero oferecer oportunidade para jovens talentos da periferia no que tange conteúdo especializado, voltado para carreira, e colocação no mercado, com auxílio das relações profissionais que construí. Algo prático e que já existe, mas que funciona”, diz a executiva que finaliza: “Não quero inventar a roda”.

Ainda na tarde de ontem, Rachel publicou em sua conta no LinkedIn: “Agora na luta por indicações em conselhos”. A ex-presidente da Lacoste diz que “apesar de ser presidente do conselho consultivo da Unicef, quero me aplicar para conselhos administrativos. Tenho muito para contribuir”.

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