Massagem ao nascer é bom para o bezerro e o peão

A adoção de práticas de bem-estar animal traz maior qualidade de vida aos animais e vaqueiros.

Carmen Perez
Compartilhe esta publicação:
Divulgação/Orvalho das Flores
Divulgação/Orvalho das Flores

A adoção de bons cuidados desde o nascimento dos bezerros traz maior qualidade de vida aos animais e ao peão em seu trabalho

Acessibilidade


Tudo começa no nascimento. Do momento que o bezerro nasce, até o momento que esse animal vai para o abate, o bem-estar animal está presente em todos eles. E essa parte do nascimento é muito importante, porque ela coloca o animal em contato com o ser humano. E esse contato deve ser positivo.

Então, essa primeira massagem que a gente realiza é justamente para deixar esse imprint, para deixar uma memória positiva nos animais. Mas acho que vai muito além disso também, porque deixa uma mensagem positiva e também cria uma conexão entre o animal e o vaqueiro.

LEIA TAMBÉM: Produção e consumo de aves e suínos devem bater novos recordes em 2021 e 2022

Desta maneira, os vaqueiros saem daquele trabalho automático e se conectam com o animal, olham profundamente e se conectam. Com isso, todas as ações futuras se tornam muito mais fáceis, são muito mais naturais. Então, ele tem que estar presente em todos os momentos, mas sem dúvida alguma essa parte da massagem no nascimento, e realizar as ações com calma, fazem toda a diferença na vida dos animais e na qualidade de vida dos vaqueiros.

 

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Carmen Perez é pecuarista e entusiasta das práticas do bem-estar animal na produção animal. Há 14 anos, trabalha intensivamente a pesquisa na fazenda Orvalho das Flores, no centro-oeste do Brasil, juntamente com o Grupo Etco, da Unesp de Jaboticabal e universidades internacionais. Foi presidente do Núcleo Feminino do Agronegócio (NFA) em 2017/2018.

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

Compartilhe esta publicação: