Reabertura sim, normalização ainda distante...

GettyImages/ Buda Mendes
GettyImages/ Buda Mendes

Celebrações religiosas foram liberadas em Goiás, ainda seguindo recomendações sanitárias para diminuir o contato entre a população

Santa Catarina e Goiás foram dos primeiros Estados a adotarem medidas de isolamento no Brasil, agora estão soltando aos poucos as amarras estabelecidas para evitar a aglomeração de pessoas e a disseminação da doença.

Em Santa Catarina, estabelecimentos como academias, restaurantes e shopping centers podem reabrir, mas com importantes restrições. O distanciamento de 1,5m em restaurantes e shoppings precisa ser cumprido, e o uso de máscaras será algo presente em clientes até a hora da refeição. Deve ser disponibilizado álcool em gel 70% na entrada e saída de academias, igrejas.

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Em Goiás, celebrações religiosas, salões de beleza, oficinas e construção civil serão dos primeiros a retornar. Aqui o distanciamento sobe para 2m em cultos, todos de máscara, com a temperatura auferida na entrada, sendo que apenas 30% da capacidade do local pode ser utilizada.

Ambos os Estados deixaram bem claro as necessidade de restrições. Caso o número de novos casos volte a subir, a possibilidade de um novo isolamento não está descartada. Do lado contrário, caso a situação sanitária melhore, mais locais poderão ser reabertos.

Vemos que são costumes bem diferentes da cultura brasileira. No entanto, a escalada recente da globalização nos aproximou, de inúmeras formas, de culturas asiáticas. Seja em viagens de turismo, negócios, novelas, programas de viagens, vídeos na internet, entre outros. Usando como exemplo um vídeo de viagem, dos primeiros pontos que notamos nas ruas são as pessoas utilizando máscaras. Depois, as diferentes formas de cumprimento, muitas vezes sem contato.

Alguns hábitos podem ser passageiros, outros podem até ser incorporados no nosso dia a dia. Quando o primeiro shopping do Brasil foi inaugurado em 1966, poucos imaginavam que se tornaria um padrão ter um restaurante no qual se comeria com “hashis”, que são o mais comum em diversos países asiáticos.

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