Preços do petróleo sobem com investidores focados em vacina

Nick Oxford/Reuters
Nick Oxford/Reuters

Petróleo Brent fechou em alta de US$ 0,47

Os preços do petróleo avançaram hoje (15), à medida que investidores mantêm o foco no desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19, deixando para trás a implantação de isolamentos sociais mais rígidos na Europa e as expectativas de uma recuperação mais lenta do que o esperado na demanda por combustíveis.

O petróleo Brent fechou em alta de US$ 0,47, ou 0,9%, a US$ 50,76 por barril. Já o petróleo dos Estados Unidos (WTI) avançou US$ 0,63, ou 1,3%, para US$ 47,62 o barril.

VEJA TAMBÉM: Preços do petróleo sobem com vacinas e explosão de navio-tanque na Arábia Saudita

Os EUA começaram a aplicar vacinas contra o coronavírus na segunda-feira, dia em que o país superou a marca de 300 mil mortes em decorrência da Covid-19. Reino Unido e Canadá também começaram a administrar o imunizante.

“O mercado do petróleo continua se aproveitando das perspectivas futuras, do período pós-pandemia, o que pode acontecer já no próximo verão (do Hemisfério Norte)”, disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York.

Enquanto isso, o “throughput” (taxa de transferência) de petróleo na China atingiu um novo recorde em novembro, avançando 3,2% na comparação anual. Isso contribuiu com o entusiasmo dos investidores quanto ao aumento futuro da demanda por combustíveis, disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago.

“As pessoas presumem que o aumento da demanda por petróleo está chegando”, afirmou. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).