Lucro recorrente da Itaúsa dispara 123% no 1º trimestre, para R$ 2,4 bilhões

O lucro da Itaúsa mais do que dobrou no primeiro trimestre, com a holding sendo beneficiada pelo desempenho do seu principal ativo, o Itaú Unibanco.

A companhia, que também detém participações na Alpargatas, na Duratex, na Copagaz e na NTS, anunciou ontem (10) que seu lucro recorrente de janeiro a março somou R$ 2,4 bilhões, 123% a mais do que no mesmo período de 2020. Em termos líquidos, o lucro de R$ 2,2 bilhões foi 118% maior do que um ano antes.

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Na semana passada, o Itaú Unibanco havia reportado lucro recorrente de R$ 6,4 bilhões para o primeiro trimestre, acima das estimativas de analistas e 63,6% maior em um ano, devido sobretudo à queda da 59% das provisões para inadimplência.

O Itaú representou 89% do resultado da Itaúsa no trimestre. Essa proporção tende a cair mais adiante, já que a Itaúsa tem comprado participações de empresas não financeiras.

No mês passado, comprou 8,5% da empresa de saneamento Aegea por R$ 1,3 bilhão. Dias depois, a Aegea pagou R$ 15,4 bilhões e venceu a disputa pelos lotes 1 e 4 da companhia fluminense Cedae, em leilão na B3.

E em conjunto com a canadense Brookfield, comprou da Petrobras uma fatia extra de 10% na empresa de gasodutos NTS (Nova Transportadora do Sudeste) por R$ 1,8 bilhão. (Com Reuters)

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