Volatilidade e onda de IPOs levanta lucro da B3 no 1º trimestre

A B3 viu seu lucro crescer acima das previsões de analistas, beneficiada por um ambiente ainda robusto de ofertas de ações e pela volatilidade do mercado, que impulsionou os volumes e as receitas no período.

A empresa de infraestrutura de mercado financeiro anunciou hoje (6) lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no período, alta de 22,5% ante igual período de 2020.

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Em termos ajustados, o lucro de janeiro a março somou R$ 1,336 bilhão, avanço de 15,5% em um ano e pouco acima da previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de R$ 1,2 bilhão. 

Já o resultado operacional medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) no trimestre somou R$ 1,9 bilhão, também acima das previsões de analistas, de R$ 1,7 bilhão, segundo a Refinitiv.

No trimestre, as cinco ofertas iniciais de ações (IPOs) e as sete ofertas subsequentes (follow-ons) movimentaram R$ 32,8 bilhões. O movimento só não foi maior devido à volatilidade no mercado que, se elevou os volumes de negócios, por outro lado levou mais de 30 empresas a desistirem de listagem na bolsa.

Mesmo com uma política recente de redução de tarifas, a receita da B3 cresceu 25,8%, a R$ 2,4 bilhões. As despesas por sua vez avançaram 10,6%, para R$ 661,2 milhões. 

A empresa informou ainda que seu conselho de administração autorizou a emitir R$ 3 bilhões em debêntures, distribuídas em duas séries, com vencimentos em 3 e 5 anos. (Com Reuters)

 

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