Bolsa opera em queda com risco político e cautela no exterior

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Dólar chegou a ultrapassar a marca de R$ 5,20 nesta terça-feira (6)

O Ibovespa opera em forte baixa de 1,56%, a 124.936 pontos, na tarde de hoje (6). A atenção dos investidores está voltada para Brasília, onde a CPI da Covid-19 segue investigando denúncias sobre irregularidades na compra de vacinas, e os parlamentares discutem o texto da reforma tributária.

“A política segue promovendo incertezas institucionais e regendo os ânimos nos mercados, até então tirando qualquer força de recuperação do Ibovespa”, afirmou a equipe da Guide Investimentos em relatório a clientes.

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O clima de cautela é reforçado pelas notícias sobre a identificação de novos casos da variante Delta do coronavírus no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O dólar disparou nesta terça-feira, chegando a ultrapassar a marca de R$ 5,20 enquanto operadores monitoravam a tensão política em meio a um ambiente já conservador nos mercados externos.

Às 15:20h, a divisa norte-americana era vendida a R$ 5,1757, aumento de 1,75%. Mais cedo, nos primeiros minutos de pregão, o dólar chegou a cair 0,25%, para R$ 5,0757. No exterior, a moeda registra altas expressivas contra divisas emergentes pares do real.

Nos Estados Unidos, as bolsas operam em baixa no primeiro dia de mercado aberto desta semana. Segundo o “Wall Street Journal”, não há um único fator determinante para as quedas desta terça, mas o menor volume negociado pode ter contribuído para a volatilidade do mercado – os EUA passam por uma semana com feriado e estão no início das férias de verão.

Às 15h20 de Brasília, o Dow Jones caía 0,88%, a 34.478 pontos. O S&P 500 registrava queda, de 0.49% a 4331 pontos. O Nasdaq recuava 0,09%, a 14.626 pontos.

Dados do ISM (Instituto de Gestão de Fornecimento, na sigla em inglês) divulgados hoje mostram que o setor de serviços norte-americano cresceu a um ritmo moderado em junho, provavelmente contido pela escassez de mão de obra e matéria-prima. O índice para a ativida de não manufatureira caiu para 60,1 no mês passado, ante 64,0 em maio – maior leitura da série histórica. (Com Reuters)

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