CEO da BR vê caminho favorável com privatizações via mercado de capitais

A empresa, antes controlada totalmente pela Petrobras, acaba de completar seu processo de desestatização

Redação
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Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

Wilson Ferreira, CEO da BR Distribuidora, comemorou hoje (2) a finalização do processo de desestatização da companhia de combustíveis

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Os países que optaram por privatizações via mercados de capitais são os que mais se desenvolvem, assim como as empresas envolvidas nos processos, avaliou hoje (2) o presidente-executivo da BR Distribuidora, Wilson Ferreira Jr.

O executivo é ex-presidente da Eletrobras, que também está no caminho de uma desestatização prevista para ocorrer até o início do ano que vem.

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A afirmação de Ferreira foi feita em discurso pouco antes de cerimônia na B3 que marcou simbolicamente as negociações das ações da BR, agora privatizada após a venda da fatia remanescente pela Petrobras nesta semana, arrecadando mais de R$ 11 bilhões.

Segundo Ferreira, a BR vive “dia histórico” no ano em que completa 50 anos, com a finalização da privatização da empresa, antes controlada totalmente pela Petrobras.

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A desestatização da BR foi realizada em menos de quatro anos, destacou ele.

Ferreira, que esteve envolvido no início do projeto de privatização da Eletrobras, reforçou que a BR, maior distribuidora de combustíveis do Brasil, avançará na chamada transição energética, que inclui carros elétricos, e na modernização da rede de postos. (Com Reuters)

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