Pinturas de Picasso são colocadas em leilão de blockchain pela primeira vez

Henry Nicholls/Reuters
Henry Nicholls/Reuters

Assistente de galeria posa ao lado de obra do pintor Picasso

Conhecedores de Pablo Picasso poderão em breve ter ações de suas pinturas, mas isto não lhes dará o direito de ver a obra, que ficará trancada a sete chaves na Suíça.

“Fillette au béret” está sendo vendida – ou “tokenizada” – através de blockchain, algo que o Sygnum, banco suíço focado em ativos digitais que organiza a venda, diz ser inédito.

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“Isto marca a primeira vez em que direitos de propriedade de um Picasso, ou qualquer obra de arte, são transmitidos ao blockchain público por um banco regulado”, disse a Artemundi, empresa de investimento em arte que coorganizou a venda.

Acredita-se que as inscrições para a venda de US$ 3,68 milhões começarão no fim de julho, e ações negociáveis da pintura estarão disponíveis por cerca de US$ 6 mil.

A tela de 1964, que retrata uma criança de boina em cores brilhantes, foi vendida pela última vez por US$ 2,48 milhões pela casa de leilões Uppsala Auktionskammare, em 2016.

Não se trata da primeira pintura do notoriamente iconoclasta Picasso a adentrar o mundo do blockchain.

Estimulada por uma disparada deste ano no mercado de NFTs (tokens não-fungíveis), muitas vezes concentrado em obras de arte exclusivamente digitais e outros itens virtuais, a casa de leilões Sotheby’s realizou uma venda de NFT da obra “Le peintre et son modèle” de Picasso em junho por US$ 3,12. (Com Reuters)

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