Gasto com transferências internacionais de jogadores quase triplicou em 10 anos, diz Fifa

A transferência de jogadores mais cara da última década foi a do Neymar, do Barcelona para o PSG, por US$ 222 milhões em 2017.

Redação
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Christian Hartmann/Reuters
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O maior valor por jogadores na última década foram os US$ 222 milhões do PSG para comprar Neymar do Barcelona em 2017

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O gasto com taxas de transferências internacionais de jogadores de futebol na última década saltaram de US$ 2,66 bilhões em 2012 para um pico de US$ 7,35 bilhões em 2019, e os agentes de atletas receberam US$ 3,5 bilhões em comissões, mostrou um estudo da Fifa.

O estudo da entidade que governa o futebol mundial disse que a média das taxas de transferências de jogadores migrando para clubes de países diferentes aumentou continuamente entre 2012 e 2019 e que a pandemia de Covid-19 pressionou as finanças e provocou uma queda em 2020, quando US$ 5,63 bilhões foram gastos.

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No total, US$ 48,5 bilhões foram despendidos em transferências internacionais na última década, e os 30 clubes mais que mais gastaram são todos da Europa.

O maior valor pago por um jogador foram os US$ 222 milhões pagos pelo Paris St-Germain para comprar Neymar do Barcelona em 2017.

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Os jogadores brasileiros foram os que mais se transferiram de país, encabeçando a lista com mais de 15 mil transferências entre times de vários países.

“Das 11.890 transferências realizadas em 2011 a um pico de 18.079 em 2019, um total de 133.225 transferências internacionais e empréstimos de jogadores profissionais ocorreu”, disse a Fifa.

“As transferências envolveram 66.789 jogadores e 8.264 clubes das associações-membros da Fifa, sublinhando assim o papel do futebol na economia global.”

VEJA TAMBÉM: Os jogadores de futebol mais bem pagos em 2020

Os times ingleses foram os que mais gastaram na última década com seus US$ 12,4 bilhões, seguidos pelos da Espanha (US$ 6,7 bilhões), Itália (US$ 5,6 bilhões), Alemanha (US$ 4,4 bilhões) e França (US$ 4 bilhões). (Com Reuters)

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