Brasil abre 372.265 vagas formais de trabalho em agosto, acima do esperado

O dado veio acima da criação de vagas em agosto de 2020, quando foram abertas 249.388 colocações.

Redação
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O dado veio acima da criação de vagas em agosto de 2020, quando foram abertas 249.388 colocações

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O Brasil registrou abertura de 372.265 vagas formais de trabalho em agosto, maior resultado para o mês da série iniciada em 2010, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgado hoje (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de abertura de 272.500 postos de trabalho. O dado também veio acima da criação de vagas em agosto do ano passado, quando foram abertas 249.388 colocações, na série sem ajustes.

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Em agosto, os dados foram positivos nos cinco grupos de atividades econômicas, com destaque para o setor de serviços, o mais atingido pela pandemia de Covid-19, com abertura de 180.660 postos. Aparecem em seguida o setor do comércio (+77.769 vagas), indústria geral (+72.694), construção (+32.005) e agricultura e pecuária (+9.232).

No acumulado de 2021, na série com ajustes, foram abertos 2.203.987 empregos com carteira assinada, frente a um fechamento de 849.387 vagas em igual período do ano passado.

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Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, apontou que o Brasil caminhava para a divulgação de uma criação de 3 milhões de postos desde o pior momento da crise de Covid-19.

Em contraste com os dados do Caged, a pesquisa Pnad do IBGE, que também leva em conta os dados referentes aos empregos informais, mostrou que o país ainda tinha 14,4 milhões de pessoas sem trabalho ao fim do segundo trimestre.

No trimestre até junho, a taxa de desemprego chegou a 14,1%, numa melhora frente ao percentual de 14,6% nos três meses até maio, apontaram os dados mais recentes da pesquisa.

Na véspera, o Banco Central avaliou, em sua ata do Copom (Comitê de Política Monetária), que diante da diferença entre os principais indicadores do emprego no segmento formal – Pnad Contínua e Novo Caged, sendo que o último mostra recuperação mais robusta do que o primeiro – “permanece a dificuldade de avaliação do efetivo estado do mercado de trabalho”. (com Reuters)

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