Magalu lidera lista das ações mais valorizadas nos últimos cinco anos

Confira as principais altas entre 2016 e 2020, quando o número de investidores na B3 quadruplicou e a taxa Selic caiu de 14,5% para 2% ao ano.

Isabella Velleda e Mariangela Castro
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Reprodução / Instagram Magalu
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A investida da varejista Magazine Luiza no setor de tecnologia fez com que as ações da empresa passassem a ocupar lugar de destaque, segundo especialistas

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No início de 2016, a Selic estava no patamar de 14,5% ao ano no Brasil. Naquele momento, poucas pessoas imaginariam que, menos de cinco anos depois, a taxa básica de juros cairia para apenas 2%, em agosto de 2020. “São dois cenários completamente opostos em pouco tempo. Isso movimentou consideravelmente o nosso mercado”, afirma Alexandre Jung, sócio-diretor da Acqua-Vero.

As reduções significativas na Selic fizeram com que a bolsa de valores passasse a ser mais atrativa para investidores, principalmente para aqueles que concentravam seus aportes em títulos de renda fixa. Jung explica que a queda nas rentabilidades pagas por investimentos conservadores obrigou o investidor a “comprar risco”, buscando ganhos maiores na renda variável. “Nos últimos cinco anos, quadruplicamos o número de pessoas físicas investindo na Bolsa, foi um ganho muito grande”, diz.

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Com a alta no número de investidores, a maioria das ações que atualmente compõe a carteira do Ibovespa gerou grandes retornos para aqueles investidores que mantiveram os papéis no portfólio durante a metade da década passada. As principais valorizações foram registradas pelos papéis da Magazine Luiza (7.084,62%), Vale (441,94%), Weg (462,64%), Grupo NotreDame (292,39%) e Natura & Co (226,22%.)

Outros acontecimentos também marcaram a trajetória do mercado financeiro nos últimos cinco anos. Após uma troca presidencial, a B3 acionou em 2017 seu primeiro circuit breaker “100% nacional”, que ficou conhecido como ‘Joesley Day’ e fez o Ibovespa cair mais de 10% em um único dia. Desde então, houve ainda a greve de caminhoneiros de 2018, mais uma troca presidencial após as eleições e a pandemia da Covid-19.

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Ainda assim, a valorização dos papéis brasileiros é perceptível. Em 2016, o Ibovespa, o principal índice de ações da B3, encerrou o ano a 60.227,29 pontos. No fechamento de ontem (1º), o indicador valia 119.395,60 pontos, e a expectativa é que continue crescendo, segundo os especialistas ouvidos pela Forbes. No acumulado dos cinco anos, a valorização foi de 100,99%, com base no fechamento de ontem (1).

O maior destaque é a Magalu (MGLU3), com participação de 2,6% na carteira e valorização de 7.084,62% no período. Entre as razões para esta alta, Jung acredita que as mudanças de estratégia da empresa foram mais positivas que o próprio desempenho do setor de varejo.

“A Magazine Luiza deixou de ser uma varejista de eletroeletrônicos para entrar no ramo das fintechs, ter receita proveniente de crédito e trabalhar com um grande marketplace, que não necessariamente utiliza capital próprio”, afirma.

Além disso, o especialista também considera a recorrência do varejo no Brasil como ponto positivo para a marca. “Independente de crise, as pessoas estão sempre crescendo, se casando, se separando e indo morar sozinhas”, diz.

Roberto Attuch, CEO da Ohmresearch, acredita que o movimento das ações da Magalu foi positivo porque a empresa é o que há de mais próximo, no Ibovespa, a uma gigante de tecnologia. Porém, em sua essência, ainda é uma empresa de varejo. “O Brasil acabou pecando por não conseguir criar gigantes de tecnologia. Essas empresas são de mais alto crescimento e mais resilientes a ciclos de crise”, afirma.

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Adriano Cantreva, sócio da Portofino Multi Family Office, ressalta que o mercado brasileiro está mais apoiado em commodities. O que pode ser preocupante, considerando que as commodities são negociadas em dólar e o país tem sofrido com altas no câmbio.

De um segmento tradicional e uma das principais ações negociadas na B3, a valorização dos papéis da Petrobras foi de 5,825% (PETR4) e 4,712% (PETR3). No entanto, sua trajetória foi marcada por bastante volatilidade. Atualmente, ambos os papéis são cotados em torno dos R$ 27,00, em 2016 este valor era de R$ 13,00.

Mas a conta não é tão simples. Jung, da Acqua-Vero, ressalta que commodities são negociadas em dólar e, por isso, é necessário dolarizar o preço dos papéis para saber exatamente o crescimento ocorrido. “No caso da Petrobras, ainda que o preço de seus papéis tenha crescido em real, em dólar é como se ela estivesse andando de lado”. Em 2016, por exemplo, o dólar estava cotado a R$ 3,27. Já no fechamento de ontem, este valor foi de R$ 5,17.

Na contramão, a Ambev foi a única das empresas analisadas que sofreu desvalorização nos últimos cinco anos. Durante o período, a queda nas ações foi de 13%. “Observamos uma taxa de crescimento do consumo de cerveja cada vez menor e tendência à cervejarias mais saudáveis e especializadas.”, destaca Cantreva, a Portofino Multi Family Office. Attuch, da Ohmresearch, também acredita que a desvalorização da Ambev é consequência do aumento da competitividade no setor.

Com olhar para os próximos anos, o mercado brasileiro ainda se recupera lentamente das perdas ocasionadas pela pandemia da Covid-19. Em 2020, a bolsa chegou a cair 50% no início da pandemia no país, porém chegou ao fim do ano com valorização de 2,92%, com o otimismo pela vacinação. “Foi um otimismo muito exagerado de que tudo estaria reaberto em poucos meses. Já sabemos que não foi assim e hoje o mercado está mais cauteloso”, comenta Jung.

Ele também ressalta que com o retorno da alta na taxa de juros, parte dos investidores está voltando para a renda fixa, pois o risco da Bolsa passa a ser menos atrativo. Attuch, por sua vez, ressalta que esse movimento é prejudicial ao crescimento do país, pois implica retirada de investimentos das empresas para aportes em títulos de dívida e Tesouro Direto.

A perda de investidores estrangeiros na Bolsa brasileira é outro ponto que deve ser considerado, segundo Jung. “Todos procuraram segurança e países emergentes como o Brasil passaram a ser menos atrativos. Sem capital externo, nossa recuperação é muito lenta e deve se acentuar no próximo ano pela insegurança das eleições.”

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Especialistas do mercado também acreditam que o pessimismo atual tem origem na incerteza a respeito das eleições de 2022 e no risco fiscal do país. “O Brasil não está conseguindo acompanhar as bolsas estrangeiras, enquanto espera pela resolução fiscal do orçamento para o ano que vem”, afirma Attuch.

Na galeria abaixo, a Forbes elencou os papéis com ao menos 2% de participação na atual carteira do Ibovespa que mais se valorizaram nos últimos cinco anos. Os dados são referentes ao fechamento de ontem (1º).

  • Brendan McDermid/Reuters

    Vale

    Ação: VALE3
    Participação na carteira do Ibov: 12,197%
    Valorização nos últimos 5 anos: 441,94%

    Apesar de ter iniciado a década de 2010 com uma troca de comando motivada por fricções com o governo Lula, a Vale apresentou forte valorização nos anos seguintes. Esse movimento foi apoiado pela alta do dólar, fato que beneficia a empresa uma vez que boa parte da sua produção é exportada e sua receita se torna quase 100% dolarizada.

    A demanda por commodities também se recuperou com a diminuição da crise econômica causada pela pandemia, com a China acelerando a procura de minério de ferro para iniciar investimentos em infraestrutura, elevando as exportações da empresa. A Vale também se mostra bem posicionada nos requisitos ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança), que estão se tornando cada vez mais relevantes para investidores, e que garantem minérios de ferro com maior rendimento e menores custos de armazenamento e frete.

    Em um movimento mais pontual, referente ao final de 2020, as ações da Vale apresentaram uma forte alta decorrente da venda de 40 milhões de ações pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), feito que animou os investidores e iniciou a entrada de um amplo fluxo comprador.

  • SOPA Images/Getty Images

    Itaú

    Ação: ITUB4
    Participação na carteira do Ibov: 6,586%
    Valorização nos últimos 5 anos: 39,60%

    O Itaú Unibanco gera muito interesse entre investidores por ser uma das marcas mais valiosas do Brasil, com valor de mercado de mais de R$ 90 bilhões, segundo levantamento da Economatica em 2019, e ativos totais que chegam perto de R$ 1,9 trilhão, segundo o balanço financeiro da empresa referente ao segundo trimestre de 2021.

    A sua atuação em escala nacional e o seu histórico de investimentos é o que justificam essa valorização e o seu valor de mercado. O Itaú Unibanco tem mais de 90 anos de história, com atuação em 20 países das Américas, Europa, Ásia e Oriente Médio, quase 60 milhões de clientes e aproximadamente 95 mil acionistas no exterior, segundo o site E-investidor. Além disso, o seu papel tem o segundo maior peso no Ibovespa, ficando atrás apenas da Vale, trazendo exposição ao setor financeiro.

  • Paulo Whitaker/Reuters

    Petrobras

    Ação: PETR4 e PETR3
    Participação na carteira do Ibov: 5,825% e 4,712%
    Valorização nos últimos 5 anos: 99,26% e 77,67%

    Para os especialistas, a valorização nas ações da Petrobras possuem relação as mudanças na presidência da empresa a partir de 2016. A forte movimentação no ciclo de commodities e altas no dólar também podem ter favorecido a estatal, com elevação dos preços de petróleo e minério de ferro.

  • NurPhoto/Getty Images

    B3

    Ação: B3SA3
    Participação na carteira do Ibov: 4,281%
    Valorização nos últimos 5 anos: 140,90%

    A valorização nas ações da B3, a bolsa de valores brasileira, está relacionada com o aumento de investidores em renda variável, após as quedas consecutivas na taxa de juros, que tornaram investimentos em renda fixa menos atrativos.

    Em 2020, com a pandemia da Covid-19 e a taxa Selic estabelecida em 2%, o número de investidores na bolsa quadruplicou e as ações da B3 se valorizaram em mais de 400%, relembra Alexandre Jung.

  • Paulo Whitaker/Reuters

    Ambev

    Ação: ABEV3
    Participação na carteira do Ibov: 3,285%
    Valorização nos últimos 5 anos: queda de 13%

    A Ambev foi a única das empresas com participação de pelo menos 2% no Ibovespa que sofreu desvalorização nos últimos cinco anos. Para os especialistas, este movimento é uma consequência da alta competitividade do mercado. Outro motivo é a forte desvalorização apresentada pelo real nos últimos anos, o que encarece a importação de insumos necessários para a produção de cerveja.

    Além disso, uma das consequências da pandemia foi a diminuição das taxas de consumo de cerveja e bebidas em bares, graças às restrições e ao isolamento social.

  • SOPA Images/Getty Images

    Magazine Luiza

    Ação: MGLU3
    Participação na carteira do Ibov: 2,617%
    Valorização nos últimos 5 anos: 7.084,62%

    Para os analistas ouvidos pela Forbes, a valorização do Magazine Luiza está relacionado com a criança do market place dentro da empresa e serviços de inovação e crédito que se assemelham à fintechs, além do setor varejista. Em 2014, por exemplo, a Magalu criou o “Luiza Labs”, focado em investimentos em tecnologias como omo machine learning, big data, cloud e mobile.

    Nos últimos anos, a rotina da empresa também foi marcada por aquisições e integração com startups, como a Logbee, que é focada em entrega de produto aos clientes. Outra aquisição que chamou atenção dos investidores foi a compra da KaBuM, site de informática, games e tecnologia, em um negócio com valor de R$ 3,5 bilhões.

  • Divulgação

    Weg

    Ação: WEGE3
    Participação na carteira do Ibov: 2,413%
    Valorização nos últimos 5 anos: 462,64%

    A valorização da Weg é justificada principalmente pela sua participação no setor de infraestrutura, que mesmo durante crises econômicas não costuma sofrer oscilações frequentes. Boa parte da receita da empresa também é focada na infraestrutura de energia, que se caracteriza por projetos de ciclos longos e com receitas constantes e estáveis.

    A sua autonomia tecnológica também contribui para essa valorização. Ao investir no desenvolvimento de soluções próprias, produzindo quase todos os componentes de seus produtos internamente, a empresa ganha agilidade para lançar novos produtos e, considerando que grande parte da sua receita vem de lançamentos, essa autonomia contribui para o seu valor de mercado. A valorização do dólar, por fim, é outro componente que a beneficia, tendo em vista que, segundo o Money Times, 60% da receita da empresa em 2020 veio do mercado externo.

  • Reprodução/Itaúsa

    Itaúsa

    Ação: ITSA4
    Participação na carteira do Ibov: 2,336%
    Valorização nos últimos 5 anos: 46,12%

    De maneira geral, a Itaúsa conseguiu manter sua valorização ao longo dos anos através da sua estratégia de diversificação e seleção, buscando oportunidades com bom fluxo de caixa e cultura que privilegia governança e sustentabilidade. Seu portfólio conta com empresas como Alpargatas, Copa Energia e Dexco, embora a maior parte de sua receita venha do Itaú, empresa que a Itaúsa detém uma parte de 38%.

    Em 2021, a holding deu sequência às suas aquisições, comprando 8,5% do capital da empresa brasileira de saneamento Aegea Saneamento por R$ 1,3 bilhão, e passando a deter 15% da XP Inc diretamente, através da cisão da participação do Itaú Unibanco na XP. Essa diversificação faz com que a Itaúsa seja pouco afetada por crises como a pandemia, que abala alguns setores mais do que outros.

  • Morsa Images/Getty Images

    Grupo NorteDame Intermédica

    Ação: GNDI3
    Participação na carteira do Ibov: 2,078%
    Valorização nos últimos 5 anos: 292,39%

    O Grupo NorteDame Intermédica iniciou sua onda de valorização com uma série de aquisições e reformas. Em 2018, foi anunciada a compra do grupo GreenLine, por R$ 1,2 bilhão, em um ano marcado por reformas de hospitais e centros clínicos, e o aprimoramento de ferramentas de gestão e comunicação. Em 2019, seguiram-se mais três aquisições: o hospital AMIU, no Rio de Janeiro; a operadora de planos odontológicos Belo Dente, em Minas Gerais; e o grupo Ghelfond, em São Paulo.

    No mesmo ano, o grupo fez a sua oferta subsequente de ações, captando R$ 3,7 bilhões. Em 2021, mais novidades: a NotreDame estreou suas operações no Rio Grande do Sul através da aquisição do Centro Clínico Gaúcho, e anunciou sua fusão com a operadora de saúde Hapvida, criando uma das maiores provedoras de soluções de saúde verticalizadas no mundo. O fim da pandemia e o retorno de procedimentos eletivos também favorecem a valorização do grupo no final de 2021.

  • Amanda Perobelli/Reuters

    Natura & Co

    Ação: NTCO3
    Participação na carteira do Ibov: 2,034%
    Valorização nos últimos 5 anos: 226,22%

    O crescimento da Natura & Co começou em 2017, com a aquisição de € 1 bilhão do The Body Shop, marca britânica de cosméticos antes detida pela L’Oréal. Em 2019, seguiu-se outra aquisição importante: a concorrente norte-americana Avon, por aproximadamente US$ 3,7 bilhões. Assim, o grupo passou a ser avaliado em US$ 11 bilhões.

    A resiliência do setor perante a crise brasileira que vinha ocorrendo antes da pandemia também favoreceu o grupo, com as vendas de cosméticos permanecendo em alta apesar da perda de fôlego da economia. Algo similar ocorreu durante a pandemia, com a marca conseguindo se proteger de impactos negativos devido à diversificação de seus negócios, que envolvem produtos de banho, fragrância, corpo e maquiagem. Mesmo após sofrer repreensões por apresentar um ator transsexual na sua campanha de Dia dos Pais em 2020, com boicotes e protestos nas redes sociais, a Natura não perdeu o ritmo da sua valorização.

  • Ueslei Marcelino/Reuters

    JBS

    Ação: JBSS3
    Participação na carteira do Ibov: 2,036%
    Valorização nos últimos 5 anos: 150,36%

    Apesar das turbulências políticas envolvendo os irmãos Joesley e Wesley Batista em 2017 que geraram perdas para a JBS, a empresa se beneficiou de uma série de fatores que surgiram nos anos seguintes. Em 2019, um surto de peste suína dizimou rebanhos na China, fazendo com que as exportações brasileiras ao país asiático aumentassem. No mesmo ano, a empresa divulgou planos de investir R$ 8 bilhões no Brasil pelos próximos cinco anos, reforçando a sua valorização.

    Em 2020, a JBS fechou um acordo milionário com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, declarando-se culpada por violar a legislação norte-americana contra a corrupção, limpando o caminho para a abertura de capital de suas operações nos EUA. A empresa também passou ilesa pela pandemia de Covid-19, uma vez que a demanda mundial por carne continuou forte, a alta do dólar impulsionou as receitas, e a carne também ficou mais cara nos EUA, com o fechamento temporário de diversos frigoríficos pela disseminação do vírus no país.

Brendan McDermid/Reuters

Vale

Ação: VALE3
Participação na carteira do Ibov: 12,197%
Valorização nos últimos 5 anos: 441,94%

Apesar de ter iniciado a década de 2010 com uma troca de comando motivada por fricções com o governo Lula, a Vale apresentou forte valorização nos anos seguintes. Esse movimento foi apoiado pela alta do dólar, fato que beneficia a empresa uma vez que boa parte da sua produção é exportada e sua receita se torna quase 100% dolarizada.

A demanda por commodities também se recuperou com a diminuição da crise econômica causada pela pandemia, com a China acelerando a procura de minério de ferro para iniciar investimentos em infraestrutura, elevando as exportações da empresa. A Vale também se mostra bem posicionada nos requisitos ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança), que estão se tornando cada vez mais relevantes para investidores, e que garantem minérios de ferro com maior rendimento e menores custos de armazenamento e frete.

Em um movimento mais pontual, referente ao final de 2020, as ações da Vale apresentaram uma forte alta decorrente da venda de 40 milhões de ações pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), feito que animou os investidores e iniciou a entrada de um amplo fluxo comprador.

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