PMI mostra que expansão da indústria da zona do euro permaneceu forte em agosto

A pandemia de coronavírus continua a afetar a oferta de matérias-primas e seus elevando os preços.

Redação
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Wolfgang Rattay/Reuters
Wolfgang Rattay/Reuters

Fábrica do conglomerado ThyssenKrupp AG em Duisburg, Alemanha

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O crescimento da indústria da zona do euro permaneceu forte em agosto, mas questões envolvendo a cadeia de oferta provocadas pela pandemia de coronavírus continuaram a afetar a oferta de matérias-primas, elevando os preços, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

O afrouxamento das restrições adotadas para conter o coronavírus tem ajudado a demanda, mas muitas empresas informaram problemas logísticos, escassez de produtos e de mão de obra.

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O PMI final de indústria do IHS Markit caiu a 61,4 em agosto de 62,8 em julho, abaixo da preliminar de 61,5.

O subíndice de produção caiu a 59,0 de 61,1 em julho. Leitura acima de 50 indica crescimento.

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“As indústrias da zona do euro informaram outro mês de forte produção em agosto, dando continuidade ao crescimento pelo 14º mês seguido”, disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit.

“Entretanto, a questão principal foi de novo a alta de componentes, com fornecedores incapazes de produzir peças suficientes ou enfrentando falta de capacidade de embarque para atender à demanda logística.”

Com isso, o subíndice de preços de insumos permaneceu alto, em 87,0, ainda que abaixo do recorde de julho de 89,2.

Como resultado, as fábricas novamente elevaram com força os preços cobrados.

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Apesar desses preços, a demanda permaneceu resiliente e as fábricas aumentaram seus trabalhos em atraso mesmo tendo contratado mais funcionários e reduzido seus estoques de bens finalizados. (Com Reuters)

 

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