Forbes Radar: MRV, Cosan, Banco Pan e outros destaques corporativos

Últimas notícias sobre: MRV, Cosan, Banco Pan, Cury, Petrobras, Camil e GM.

Mariangela Castro
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No Forbes Radar de hoje (2), a MRV anuncia pagamento de dividendos de R$ 0,163 por ação, totalizando R$ 78 milhões.

Já a Cosan anunciou a incorporação da CIP, anteriormente mantida pela Raízen. As companhias afirmam que a incorporação não implicará em mudanças na governança.

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Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

MRV (MRVE3)

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A MRV aprovou pagamento de de R$ 78.395.044,41 em dividendos, o equivalente a R$ 0,162351039 por ação. A distribuição será realizada no dia 16 de dezembro, tendo como base a posição acionária do dia 6 de dezembro de 2021.

Cosan (CSAN3)

A Cosan anunciou na noite de ontem (1°) a incorporação da Cosan Investimentos e Participações (CIP), anteriormente mantida pela companhia na Raízen. A CIP passa a ser diretamente detida pela Cosan. Segundo a empresa, essa incorporação não implicará em qualquer alteração na participação da companhia na Raízen.

Banco Pan (BPAN4)

O Banco Pan e a Mosaico, dona dos sites Buscapé e Bondfaro, informaram ontem (1°) que seus acionistas aprovaram a união das duas empresas que foi anunciada em outubro deste ano.

O acordo dará ao banco uma participação na Mosaico de 7,8% a 9,2%.

Para o Pan, o negócio acelera planos de ter um marketplace para seus 12,5 milhões de clientes, enquanto a Mosaico planeja agregar serviços financeiros à sua plataforma, que tem 22 milhões de usuários.

O BTG Pactual, controlador do Pan, já detém 13,3% da Mosaico. Em janeiro, a empresa de tecnologia firmou uma parceria de cinco anos com o BTG para oferecer cashback aos clientes do banco.

Cury (CURY3)

A Cury Construtora aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 50 milhões, correspondentes a R$ 0,1713061582 por cada ação ordinária da companhia. O pagamento será realizado em uma única parcela, no dia 16 de dezembro, e terá como base a posição acionária do próximo dia 7 de dezembro de 2021.

Petrobras (PETR4)

A Petrobras foi certificada ontem no melhor nível do indicador de Governança da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (IG-Sest) do Ministério da Economia.

O objetivo da certificação é incentivar as empresas a ampliar suas ações para além dos requisitos legais, disse a petroleira. É a quinta vez que a companhia recebe esse reconhecimento.

“Para a Petrobras, esta certificação é uma oportunidade de avaliar seus processos em um novo patamar de qualidade e reafirmar o seu compromisso com a contínua melhoria de sua governança corporativa”, afirmou a companhia em nota.

Camil (CAML3)

Mesmo após ir às compras neste ano, a Camil Alimentos segue para 2022 atenta a novas oportunidades de aquisição no Brasil e na América Latina, apoiada em sua capacidade de alavancagem que supera um bilhão de reais, disse ontem à Reuters o CFO da empresa, Flávio Vargas.

Ele ressaltou que, apesar de investimentos recentes e das últimas aquisições, a relação entre dívida líquida e Ebitda está abaixo de 2 vezes, o que dá fôlego para que a companhia continue ativa em sua estratégia de expansão. Leia aqui a notícia completa.

GM (GMCO34)

A General Motors espera que seu lucro ajustado antes de impostos em 2021 chegue a cerca de US$ 14 bilhões, acima da previsão anterior, disse o diretor financeiro da montadora, Paul Jacobson, durante uma apresentação ontem (1°).

A GM havia previsto lucros antes dos impostos ajustados de US$ 11,5 bilhões a US$ 13,5 bilhões. O desempenho financeiro da GM está se beneficiando da forte demanda do consumidor, preços elevados dos veículos novos e mais estabilidade no fornecimento de semicondutores, disse Jacobson.

No entanto, a produção e os estoques de veículos não voltarão ao normal até o fim de 2022, advertiu Jacobson. Os estoques apertados sustentam os preços mais altos. Mas a GM e seus rivais também estão lutando contra o aumento dos custos das commodities usadas em seus veículos. Leia aqui a notícia completa.

Hypera (HYPE3)

A Hypera protocolou ontem, na Anvisa, um pedido de registro para um medicamento de cannabis, o primeiro movimento da farmacêutica para entrada neste mercado, noticiou o Brazil Journal na manhã de hoje (2).

Segundo o site, o pedido foi feito por meio da Cosmed, uma subsidiária da Hypera, e envolve um fitoterápico com concentração de THC acima de 0,2%.

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