Confiança de serviços no Brasil tem 3° avanço seguido e vai a máxima em 7 meses em maio, diz FGV

Alta ocorre diante de melhora na percepção sobre o momento atual do setor

Reuters
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Imagem mostra pessoas andando na 25 de março, em São Paulo
REUTERS/Sergio Moraes

Em maio, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 2,1 pontos.

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A confiança de serviços do Brasil registrou em maio seu maior patamar em sete meses, diante de melhora na percepção tanto sobre o momento atual do setor quanto sobre os próximos meses, mostraram dados divulgados hoje (30) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em maio, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 2,1 pontos, para 98,3 pontos, máxima desde outubro de 2021 (99,1). Este foi seu terceiro mês seguido de avanço.

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“A alta desse mês foi, mais uma vez, influenciada tanto pela melhora na percepção do volume de serviços no mês quanto pela evolução favorável das expectativas”, explicou o economista da FGV Ibre Rodolpho Tobler em nota. “Outros pontos positivos são a aproximação do nível neutro de 100 pontos e a disseminação entre os segmentos.”

O Índice de Situação Atual (ISA-S), indicador da percepção sobre o momento presente do setor de serviços, ganhou 2,1 pontos, a 98,1 pontos, maior nível desde dezembro de 2013 (99,1), segundo a FGV.

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Já o Índice de Expectativas (IE-S), que reflete as perspectivas para os próximos meses, subiu 1,9 ponto, para 98,5 pontos, pico desde dezembro de 2021 (98,7).

“No curto prazo, ainda é possível imaginar uma continuidade da trajetória positiva com a liberação de recursos que podem estimular a demanda, recuperando assim as perdas ocorridas ao longo da pandemia”, avaliou Tobler. “No médio e longo prazo, o ambiente macroeconômico desfavorável parece ser um fator impeditivo.”

Dados divulgados pelo IBGE mais cedo neste mês mostraram que o setor de serviços brasileiro encerrou o primeiro trimestre de 2022 com volume acima do esperado em março e o resultado mais forte para o mês na série histórica iniciada em 2011.

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