Volume de Serviços Cai 0,4% em Maio, Mostra IBGE; Setor é o Maior do PIB
Dados mostram desaceleração do segmento no mês, com retração em 18 estados
Dados mostram desaceleração do segmento no mês, com retração em 18 estados
Impulsionado por transportes e turismo, setor cresce 1,2% em abril, supera expectativas do mercado e volta a se aproximar do nível recorde da série histórica
Economistas veem desaceleração da atividade, mas mercado de trabalho e inflação de serviços ainda limitam cortes da Selic
PMI de serviços sobe para 52,3 em abril com avanço das vendas e das contratações
Incentivos serão voltados à internet, cultura e eventos esportivos internacionais
Avanço igualou ao ponto mais alto da série histórico — em outubro de 2024 — e mostra resiliência do setor
Avanço indica resiliência do setor em meio à política monetária restritiva do Banco Central
Com a terceira leitura mensal positiva, o setor acumulou no período ganho de 1,5% e está 0,2% abaixo do ponto mais alto da série alcançado em outubro de 2024
A pesquisa somou-se a uma criação forte de empregos em abril, oferecendo a garantia de que a economia não está perto de uma recessão apesar da contração do PIB
pesar do resultado melhor que o esperado, o setor de serviços pode apresentar um crescimento mais lento este ano
Número ficou abaixo de 50, indicando contração, algo que não acontecia desde setembro de 2023
Mesmo após a retração mais intensa até então no ano, o setor ainda deve ter encerrado 2024 com desempenho positivo
A economia chinesa tem enfrentado consumo e investimentos fracos
Os serviços vêm impulsionando a atividade econômica brasileira neste ano favorecido pelo mercado de trabalho positivo e pelo aumento da renda
O Índice de Gerentes de Compras de serviços do Brasil, compilado pela S&P Global, caiu a 53,6 em novembro, de 56,2 em outubro
Segundo o IBGE, um dos destaques na área de serviços no mês foi o turismo na capital carioca, impulsionado pelo festival
A alta no indicador é mais um número que alimenta as expectativas do mercado para uma Selic mais alta ao fim de 2024
Com o aumento, índice de confiança do setor atinge o maior nível desde abril deste ano
A alta foi de 1,7% sobre maio e de 1,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados do IBGE
Setor interrompe dois meses seguidos de alta; ainda assim, tem desempenho melhor que o previsto
Foi o segundo avanço mensal seguido, depois de alta de 0,7% em março, acumulando ganho de 1,2% no período
No mês, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) perdeu 0,6 ponto, a 94,2 pontos, em sua segunda queda consecutiva após também recuar em abril
O índice caiu a 53,7, de 54,8 em março, mas ainda permanece acima da marca de 50 que separa crescimento de contração pelo sétimo mês seguido
O Instituto de Gestão de Fornecimento informou que seu PMI não manufatureiro caiu para 49,4 no mês passado
"O resultado de abril mantém a percepção dos últimos meses de perda de fôlego do setor sobre a situação atual", afirma economista do FGV IBRE
As condições favoráveis da demanda e a entrada de novos negócios foram citadas como os principais determinantes para o crescimento da produção
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da FGV avançou 1,6 ponto neste mês, a 95,8 pontos
Nos três meses de ganhos, o setor acumula alta de 1,9%, contra queda de 1,7% entre agosto e outubro, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (15)
No mês, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 1,5 ponto, para 94,2 pontos, após ter subido em janeiro
A inflação no Brasil desacelerou em janeiro a 0,42%, mas acima da expectativa, com alerta para os preços dos alimentos e de serviços
O setor de serviços teve alta de 0,3% em relação ao mês anterior, conforme dados do IBGE, abaixo da expectativa de avanço de 0,7%