Ibovespa segue bom humor dos mercados e fecha em alta

Dólar recua -1,61%, a R$ 5,057; movimento favoreceu os papéis do setor aéreo.

Naty Falla
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O principal índice da Bolsa brasileira repetiu o cenário favorável de ontem (12) e fechou novamente em campo positivo hoje (13). O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira aos 106.924,18 pontos, com alta de 1,17%, em meio à queda do dólar e à divulgação de resultados corporativos.

A baixa da moeda norte-americana favoreceu os papéis do setor aéreo, deixando Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) entre os destaques positivos, com altas de 11,79% e 10,65%, seguidas de Yduqs (YDUQ3), BRF (BRFS3) e CVC (CVCB3), que avançaram 12,11%, 10,33% e 9,75%, respectivamente.

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As ações da empresa de educação superior saltaram após a divulgação do balanço do primeiro trimestre deste ano. O lucro líquido no período foi de R$ ​​76 milhões, um aumento de 5,9% na comparação ano a ano.

Segundo os analistas do Credit Suisse, os bons números mostram sinais de recuperação, com um crescimento considerável na base de alunos, tanto no ensino à distância, quanto no presencial. Os especialistas afirmaram, no entanto, que permanecem alertas em relação ao potencial de maior evasão no segundo semestre.

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Na contramão, as ações da B3 (B3SA3) ficaram no topo das maiores quedas após a companhia divulgar um lucro líquido trimestral de R$ 1,1 bilhão de reais, recuo de 12,3% ante o mesmo período do ano passado. Também entre as maiores quedas do dia aparecem Raia Drogasil (RADL3), Cogna (COGNA3), Carrefour Brasil (CRFB3) e Telefônica (VIVT3).

Nos Estados Unidos, o pregão foi positivo para os principais indicadores norte-americanos. Dow Jones teve alta de 1,47% a 32.196 pontos; S&P 500 subiu 2,39% a 4.023 pontos e Nasdaq avançou 3,82%, a 11.805 pontos.

O tom otimista opera na contramão da inflação, que segue entre os assuntos mais comentados pelos investidores. Ontem (12), o presidente do Federal Reserve (banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou que controlar a alta dos preços não será fácil, e alertou que não pode garantir que as medidas sejam leves para a economia como um todo.

O dólar fechou em queda de 1,61%, negociado a R$ 5,057 na venda. Na semana, a moeda acumulou queda de 0,35. (Com Reuters)

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