Bancos reforçam medidas para reduzirem riscos de computação em nuvem, diz pesquisa do Google

Estudo da Harris Poll e do Google Cloud ouviu 1.300 líderes de serviços financeiros dos EUA, Canadá, França, Alemanha e Grã-Bretanha, entre outros

Redação
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Richard Newstead/Getty Images
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Pesquisa revela que 83% das instituições estão usando serviços de computação em nuvem como parte de sua infraestrutura primária de processamento de dados

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Os bancos estão tomando medidas para mitigar os riscos do uso crescente de serviços externos de computação em nuvem, disse uma pesquisa da Harris Poll e do Google Cloud, divulgada hoje (12).

O Banco da Inglaterra e o Banco da França expressaram preocupação com a falta de transparência em como os bancos contam com um número “concentrado de provedores de computação em nuvem externos, como Google, Microsoft e Amazon, que estão além do braço dos reguladores.

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Os reguladores estão preocupados que a dependência de muitos bancos nos mesmos provedores possa criar risco sistêmico se uma das empresas de infraestrutura de computação em nuvem tiver problemas.

A pesquisa com 1.300 líderes de serviços financeiros dos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hong Kong, Japão, Cingapura e Austrália mostrou que 83% das instituições estão usando serviços de computação em nuvem como parte de sua infraestrutura primária de processamento de dados.

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A maior parte das empresas também está considerando adotar uma estratégia multicloud, disse a pesquisa, o que permitirá a um banco mudar para um provedor alternativo se houver uma interrupção em um serviço.

“Com base na pesquisa Harris, está claro que as instituições financeiras estão tomando medidas para resolver problemas de concentração de fornecedores, com 88% dos entrevistados que não usam atualmente uma estratégia multicloud, considerando fazê-lo nos próximos 12 meses”, disse Adrian Poole, diretor para serviços financeiros na Grã-Bretanha e Irlanda do Google Cloud. (Com Reuters)

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