Pesquisa aponta smartphone como principal meio de compras no Natal

Estudo da Digital Turbine mostra que 89% dos brasileiros digitalizados utilizarão aplicativos no celular para aquisição de produtos.

Luiz Gustavo Pacete
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De acordo com a Digital Turbine, 2022 será o ano em que o smartphone será, de forma definitiva, a principal plataforma de consumo (Crédito: Getty Images)

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O Natal, um dos períodos mais importantes para o consumo, está cada vez mais digital. Pesquisa da Digital Turbine, plataforma especializada em aplicativos móveis, constatou que 89% dos brasileiros digitalizados utilizarão o smartphone para compras natalinas. Em média, seis itens serão adquiridos. O levantamento também identificou que 30% dos participantes da pesquisa passaram a utilizar o smartphone como meio de compras depois da pandemia.

“Depois da Black Friday, a época do ano favorita dos varejistas é o Natal, amplamente celebrado em todo o país e um forte motivo para comprar presentes. O m-commerce pode continuar comemorando seus grandes números, uma vez que sabemos que as pessoas estão dispostas a comprar usando smartphones”, afirma Bruna Leite, chefe de vendas da Digital Turbine Brasil.

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Quanto aos motivos que levam o brasileiro a preferir o smartphone para fazer compras, 70% é para economizar tempo e 54% porque não precisam sair de casa durante a pandemia. O computador ainda ganha na facilidade de navegação e visualização. O consumidor considera importante comprar em uma loja segura, com taxas de frete baixas. Em geral, 40% dos brasileiros aumentaram o uso de smartphones durante o pico da pandemia. 59% acreditam que continuarão a usá-lo na mesma proporção, mesmo após o período de isolamento.

Mudanças na publicidade mobile

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“O cenário da publicidade mobile está mudando, especialmente com a pandemia que acelerou a mudança para o digital e a indústria reforçou a regulamentação de privacidade. Por exemplo, o lançamento da ferramenta App Tracking Transparency da Apple fez com que 96% dos consumidores norte-americanos optassem por sair do rastreamento de aplicativos. Como resultado, o valor que os anunciantes gastam com iOS caiu cerca de um terço, enquanto simultaneamente aumentou cerca de 10% no Android”, explica Bruna.

Para 2022, Bruna aponta que o caminho sem volta de usar smartphones para qualquer tipo de tarefa está traçado. “Já vimos isso com bancos, com jogos, com namoro e principalmente com lojas. Depois disso, os consumidores exigirão mais segurança e mais privacidade. Outra tendência que podemos esperar para 2022 é mais gastos com publicidade no celular e, definitivamente, mais competitividade entre os aplicativos. Podemos esperar aplicativos que cresceram muito por causa da pandemia, iniciando novas abordagens e serviços para se manterem na mente dos consumidores”, conclui.

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