Fundadora da Trigg lança startup focada na conexão entre empresas e gamers

Além de Marcela Miranda, a G4B também tem Edu Abrão, do time B4 eSports, como sócio e a desenvolvedora Ubisoft na primeira parceria.

Luiz Gustavo Pacete
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Divulgação

Marcela Miranda: “oportunidades em um mercado que está apenas começando e já é maior do que toda a receita do entretenimento”

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Fundadora da fintech Trigg, em 2010, e co-fundadora do Seastorm Venture Builder, que entre as empresas investidas tem o time B4 eSports, Marcela Miranda anuncia um novo projeto, desta vez, em sociedade com Edu Abrão, ex-head de negócios e parcerias do Omelete e, desde o ano passado, sócio do B4.

A G4B se propõe a ser uma startup especializada em conectar grandes empresas ao ecossistema de games e e-sports. “Entendemos, ao longo do último ano, que as marcas querem investir em games, mas entender como e qual caminho seguir, ainda é desafiador e muitas vezes intimidador. O mercado está pulverizado e em processo de amadurecimento no Brasil. O que queremos entregar com a G4B é um trabalho completo para projetos e conteúdos digitais.”, explica Marcela.

A G4B, segundo Marcela, é uma startup que foi criada para acelerar o mercado de games, e a ideia é atender dois segmentos importantes: ser o braço comercial e de delivery de projetos de organizações, publishers, influenciadores e pro players. “Em contrapartida, percebemos que muitas iniciativas relacionadas ao universo dos games e entretenimento, principalmente no quesito das organizações, influenciadores e pro players, não sabem como iniciar um relacionamento com marcas”, complementa Edu Abrão.

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A G4B terá como primeiros parceiros a Ubisoft, terceira maior publisher de games independentes do mundo; a B4, organização de eSports; a influenciadora e jogadora profissional Tayhuhu, especializada no jogo Valorant; e o rapper Alva. “Temos certeza que o que não faltam são oportunidades para desenvolvermos importantes projetos aqui no Brasil, onde tudo está começando e ao mesmo tempo borbulhando”, ressalta Marcela.

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De acordo com a consultoria Newzoo, a indústria global de games movimentou, somente no ano passado, US$ 176 bilhões. Até 2023 a perspectiva é de que este valor chegue a US$ 200 bilhões. Atualmente, o Brasil representa um mercado consumidor importante também dos e-sports. De acordo com a NewZoo, por exemplo, o país foi a terceira maior audiência do Campeonato de League of Legends no mundo em 2021 e está no TOP 10 do maior número de telespectadores dos games eletrônicos. Em 2019, somente a indústria de e-sports teve receita de US$ 1 bilhão, e a estimativa é de que, até 2024, esse valor anual seja de US$ 1,6 bilhão.

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