Deboo aposta na Web3 para desenvolver novos negócios

Empresa é fruto da união entre a consultoria de inovação 16 01 e a companhia de criptoativos Stonoex

Luiz Gustavo Pacete
Compartilhe esta publicação:
Divulgação

Ricardo Azevedo, Léo Brazão e Edu Paraske

Acessibilidade


A consultoria de inovação 16 01 e a empresa de criptoativos Stonoex se juntaram para criar a Deboo, startup especializada na chamada Web3. O objetivo é desenvolver novos modelos de negócios para marcas focados na nova economia digital. Formada pelos empreendedores Eduardo Paraske e Leonardo Brazão e Ricardo Azevedo, a joint venture já vem desenvolvendo projetos com vários clientes parceiros da 16 01: Ambev, Nestlé, Google, Cubo Itaú, Uber, Smiles, Gerando Falcões e Unilever.

“O ato de começar é a grande provocação do nosso negócio”, pontua Eduardo Paraske, Co-fundador e sócio. “Metaverso e NFT viraram palavra da moda, temos um novo mundo e uma nova economia em formação e a verdade é que as novas tecnologias desatualizam impérios empresariais ao mesmo tempo em que o ritmo de conhecer e exercer inovação nunca acompanha a evolução da própria inovação em si.”

“Se a Web1 se baseava em hyperlinks e a Web2 acontece hoje nas redes sociais, a Web3 será fundamentada na tecnologia blockchain, que é muito mais do que uma criptomoeda. Ela é a base para outras categorias de ativos digitais – os tokens e as carteiras digitais. Então, a web 3.0 é muito mais interessante que o valor de um token (NFT). Essa representação digital de ativos reais é uma espécie de criação de escassez em um mundo pautado pela abundância. E isso gera modelos de negócio que seriam inimagináveis sem elas”, explica Léo Brazão, Co-Fundador e sócio da Deboo.

Leia mais: Entenda o que é Web3 e tudo o que é preciso saber sobre o conceito

Esses modelos de negócio são pautados, em sua maioria, com a posse de bens digitais nessa internet futurista. Os NFTs concedem propriedade sobre obras artísticas, músicas, colecionáveis e até itens de jogos. A OpenSea, plataforma líder desse mercado, atingiu recentemente um recorde de US$ 3,5 bilhões em volume mensal negociado. E a coleção que vem se destacando é a mesma que tornou esse movimento conhecido do público: a NBA Top Shot, criada pelo Dapper Labs e que conta com “momentos” licenciados pela Associação Nacional de Basquete (NBA) no blockchain Flow.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Quem também já entrou nesse mercado foi o Ultimate Fighting Championship (UFC) e a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL). “Embora tudo isso esteja dando os primeiros passos e pareça muito distante, as marcas precisam despertar para o grande potencial que essa inovação propicia na construção de uma ponte entre o mercado financeiro e os novos formatos de relacionamento com seu público e de monetização do seu negócio”, avalia Ricardo Azevedo, Co-fundador e sócio da Deboo.

>> Inscreva-se ou indique alguém para a seleção Under 30 de 2022

Compartilhe esta publicação: