Em nova fase, Mercado Bitcoin também aposta em NFTs de impacto

Como patrocinadora do NFT.Rio, plataforma lançará um novo projeto de tokens não fungíveis com foco em questões ambientais e sociais

Luiz Gustavo Pacete
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Reprodução

Alguns dos NFTs que compõem a nova plataforma do Mercado Bitcoin

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O Mercado Bitcoin, plataforma de ativos digitais, lançará um novo projeto direcionado a NFTs durante o NFT.Rio, nesta semana. Além de patrocinadora do evento, a empresa vai apresentar uma plataforma de tokens de impacto por meio de várias parcerias.

Os interessados poderão fazer compras diretas de NFTs ou participar de leilões de obras de arte, de artistas como Milena Travassos, Helena Nabuco, ensaios de Dada Yute, Juliana Notari, Vivi Rocha e João Marcos Parreira Mendonça.

Durante o NFT.Rio serão apresentados novos projetos de impacto como os Hungry NFTs, que visam contribuir com o combate à fome no Brasil; os NFTs do Metaverso Chapadão, que contribuem para a educação de crianças vulneráveis; e os NFTs Keepers, que vão ajudar na regeneração da biodiversidade pantaneira.

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O projeto, que é uma nova forma de conexão entre artistas, projetos sociais e público, tem o objetivo de mostrar que o universo da nova economia digital e temas ambientais e sociais podem estar interligados através dos NFTs, contribuindo para a preservação do meio ambiente e suas espécies, o combate à fome e a educação da população em vulnerabilidade.

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“Esta é uma grande oportunidade de apoiarmos um evento que democratiza o acesso aos grandes nomes da criptoarte nacional e internacional, isso aproxima a sociedade de temas que antes eram totalmente desconhecidos, como metaverso e NFT”, explica Bruno Milanello, Executivo de Novos Negócios do MB.

Em janeiro e abril deste ano, o MB, em parceria com a Tropix, plataforma de criptoarte, e com assessoria da Nossa Terra Firme, realizaram duas rodadas de leilão de NFTs com ganhos revertidos ao Projeto de Gestão e Vigilância Territorial do Povo Indígena Paiter Suruí, pioneiro na governança territorial liderado pelo povo Paiter Suruí, com o objetivo de proteger, de forma autônoma, a comunidade Sete de Setembro, localizada entre os Estados de Rondônia e Mato Grosso. No total, mais de R$ 50 mil foram revertidos ao projeto.

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