Nova head do Nubank destaca o equilíbrio entre marca e tecnologia

Juliana Roschel, líder global de branding da empresa, com passagens por Toyota, Samsung, Electrolux e Google, também fala sobre carreira e liderança

Luiz Gustavo Pacete
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Juliana Roschel: “Não existem marcas perfeitas, mas sim marcas que tem clareza e compromisso com o seu propósito de existir”

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Com passagens por Toyota, Samsung, Electrolux, Google e Youtube, Juliana Roschel assume um novo desafio a partir de hoje (13) como Head of Demand Generation & Branding do Nubank. A executiva, que responderá à Arturo Nunez, Chief Marketing Officer (CMO) da empresa, passa a ter como atribuição expandir a atuação no Brasil, crescer em novos mercados e seguir fortalecendo a marca. O Nubank abriu capital em dezembro de 2021 e está avaliado em mais de US$ 12 bilhões.

“Dentro da minha trajetória sempre busquei oportunidades que proporcionassem aprendizados em desafios que significativamente impactassem de forma positiva a vida do consumidor. Essa pluralidade de segmentos e indústrias permitiu que tanto o meu olhar como o meu entendimento sobre as necessidades do consumidor e potencial das marcas fossem treinados e refinados para sempre buscar o que estava além do óbvio, conectando as verdades da marca à uma jornada de relacionamento consistente e perene”, destaca Juliana.

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Para ela, é importante aliar o propósito de uma marca à vocação de negócios. “Não existem marcas perfeitas, mas sim marcas que tem clareza e compromisso com o seu propósito de existir. Isso gera conexão. Por todas as indústrias que eu passei, esse sempre foi o princípio norteador das estratégias de marketing que ajudei a desenvolver. As marcas não existem em um universo paralelo do negócio. Marcas estão em função de um modelo de negócio e vice-versa. Ter clareza sobre o que isso significa para uma indústria é o ponto de partida para construção de estratégias disruptivas de marketing que gerem impactos sustentáveis em toda a cadeia.”

“Contudo o contexto e nível de maturidade de cada segmento demanda uma angulação particular. Entender o quanto cada marca está pronta para caminhar em direção à esse pensamento é essencial para não acelerarmos fora de medida uma estratégia de marca que pode por acabar rompendo com a construção de confiança com o consumidor. É um trabalho de disciplina, paciência, resiliência e acima de tudo consistência”, reforça.

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Sobre a fase que se inicia, ela reforça o desafio da adaptação, movimentação e consolidação de repertório. “A minha chegada ao Nubank carrega significados muito importantes para mim. O fato de contribuir e ajudar a construir uma marca que tem origem brasileira é motivo de muito orgulho e honra. Fazer parte de um movimento que desafia o status quo torna está oportunidade ainda mais inspiradora.”

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