Milho, trigo e soja recuam em Chicago após renovarem máximas de oito anos

Queda ocorreu em meio a temores com as ofertas de milho devido ao tempo adverso.

Redação
Compartilhe esta publicação:
Lucas Jackson/Reuters
Lucas Jackson/Reuters

O contrato mais ativo do milho fechou em queda de US$ 0,03, a US$ 6,5450 por bushel

Acessibilidade


Os contratos futuros de milho, trigo e soja negociados em Chicago terminaram hoje (27) em queda, após ampliarem um rali para máximas de oito anos, em meio a temores com as ofertas de milho, uma vez que o tempo adverso tem gerado dúvidas sobre as perspectivas para as safras de Brasil e Estados Unidos.

Um declínio acentuado nas condições de safra do trigo nos EUA também manteve as atenções do mercado voltadas para os riscos climáticos para o cereal no Hemisfério Norte.

LEIA MAIS: Moagem de trigo no Brasil sobe 1% em 2020 para 12,7 mihões de toneladas, diz Abitrigo

O contrato mais ativo do milho fechou em queda de US$ 0,03, a US$ 6,5450 por bushel, depois de tocar a marca de US$ 6,84, maior nível desde março de 2013.

A soja recuou US$ 0,1975 centavos, para US$ 15,1950 o bushel, após atingir o mais alto patamar desde outubro de 2012, a US$ 15,7475. O trigo cedeu US$ 0,0675, a US$ 7,3275 bushel, mas alcançou sua máxima desde fevereiro de 2013, a US$ 7,6950, durante a sessão.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

As negociações apresentaram volatilidade ao longo do dia, com o enfraquecimento do mercado no fim da sessão possivelmente sendo causado por vendas por produtores ou ajustes de posições por especuladores diante da proximidade do final do mês, disse Arlan Suderman, economista-chefe de commodities da StoneX.

“Acredito que veremos uma volatilidade contínua”, afirmou. “Não me surpreenderia se tivéssemos um período de consolidação.” (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: