Argentinos vendem 21,8 milhões de toneladas de soja na safra 2020/21

Agustin Marcarian/Reuters
Agustin Marcarian/Reuters

Colheita de soja em Chivilcoy, Argentina. O ritmo de venda da oleaginosa no país está atrás da temporada anterior

Os agricultores da Argentina venderam 21,8 milhões de toneladas de soja da recém-colhida temporada 2020/21, após negócios serem fechados na última semana para 853,5 mil toneladas, disse hoje (16) o Ministério da Agricultura, em relatório com informações atualizada até 9 de junho.

O ritmo das vendas de soja da Argentina está mais lento que no ano anterior, quando nesta época da safra já haviam 25,3 milhões de toneladas da oleaginosa vendidas, de acordo com dados oficiais.

LEIA MAIS: Colheita de soja 2020/21 da Argentina atinge 85,4%, diz Bolsa

A expectativa para a safra de soja de 2020/21 da Argentina é de 43,5 milhões de toneladas, de acordo com Bolsa de Cereais de Buenos Aires, versus 49 milhões de toneladas estimados para o ciclo 2019/20.

O país é o maior exportador de farelo de soja usado para alimentação de gado e precisa de dólares provenientes da exportação para reabastecer as reservas de moeda estrangeira no banco central, em meio a tensões por uma recessão de três anos exacerbada pela alta inflação e pela pandemia do coronavírus.

Os produtores argentinos também estão colhendo milho da temporada 2020/21. O ministério afirmou em relatório que foram registradas 30,2 milhões de toneladas vendidas da safra de milho desta temporada até o momento, totalizando 3 milhões de toneladas a mais ante o mesmo período do ciclo anterior. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).