Milho e soja recuam em Chicago com previsões de clima quente no Meio-Oeste dos EUA

Na bolsa de Chicago, a soja e o milho fecharam a semana em queda e estenderam perdas semanais.

Reuters
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Daniel Acker/Reuters
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Plantação de milho em Illinois, nos EUA

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Os contratos futuros de milho e soja em Chicago caíram hoje (6), com o aumento das taxas de juros e as pressões cambiais pesando sobre as exportações dos Estados Unidos, além de previsões de clima quente e seco que abriram uma janela para os agricultores do Meio-Oeste plantarem suas safras.

“A janela de plantio para os agricultores dos EUA está aqui e esperamos vê-los agressivamente nos campos nos próximos sete a oito dias”, disse Don Roose, presidente da US Commodities, com sede em Iowa. “O mercado já colocou um prêmio pelo atraso no início do plantio e parte desse prêmio está saindo agora”.

Na América do Sul, a área de plantio de milho do centro-sul do Brasil foi revista para cima, mas a estiagem em importantes estados produtores levou a cortes na projeção para a segunda safra do cereal.

Na bolsa de Chicago, a soja e o milho fecharam a semana em queda e estenderam perdas semanais.

O contrato mais ativo da soja recuou 25 centavos de dólar para US$16,22 (R$ 81,17) o bushel, enquanto o vencimento do milho mais ativo fechou em queda de 12,75 centavos de dólar a US$ 7,84 (R$ 39,23) o bushel.

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O trigo mais ativo fechou o dia em alta de 2 centavos de dólar, a US$ 11 (R$ 55) o bushel e marcou um ganho semanal de 4,99%.

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