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Iniciativa sustentável transformará sacos de snacks em gramados de futebol

Além da reutilização das embalagens para construir a estrutura dos campos, projeto da Lay’s busca incentivar o esporte em comunidades vulneráveis.

Redação
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Lay's/Divulgação
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O projeto Lay’s Replay construirá gramados de futebol com embalagens vazias

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Em vez de lixo, sacos de snacks vazios agora podem ter um destino muito mais sustentável e útil: campos de futebol. Isso porque a iniciativa Lay’s Replay, do grupo PepsiCo, transformará as embalagens de plástico em estrutura para os gramados ao redor do mundo – inclusive no Brasil. 

Em parceria com a GreenFields, fabricante global de campos artificiais, os saquinhos são recolhidos por parceiros locais de coleta de resíduos e reciclagem e recebem uma segunda utilização. Ao fim do processamento, eles são convertidos em Econcept, como são chamados os paletes que formam a camada de base por baixo do gramado. Tanto esta estrutura quanto a grama sintética dos campos Lay’s são 100% recicláveis no final de sua vida útil

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A estimativa da companhia é inaugurar até cinco campos de futebol ainda este ano, o primeiro na cidade sul-africana de Tembisa, seguido por Rússia, Brasil, Turquia e Reino Unido. Cada um deles pode ter uma vida útil de cerca de dez anos, durante os quais a marca se comprometeu em ter uma pegada de carbono zero. 

A consultoria independente de sustentabilidade Good Business atestou que os campos Lay’s RePlay têm um impacto ambiental significativamente menor do que os artificiais alternativos. Entre os benefícios estão a redução da emissão de gases de efeito estufa e da poluição de microplástico e melhor uso da água.

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Para além da iniciativa sustentável, o projeto busca ajudar e dar acesso seguro ao esporte às comunidades vulneráveis, junto à UEFA Foundation e a ONG streetfootballworld. “Observamos em primeira mão como o futebol e o esporte podem ser usados para melhorar a vida das pessoas. Ao trabalharmos juntos e apoiarmos este projeto estamos tendo um impacto instantâneo em milhares de pessoas que, de outra forma, não teriam onde jogar nem uma oportunidade de se desenvolver para se tornarem melhores”, afirmou Aleksander Čeferin, presidente da UEFA Foundation. 

Segundo a companhia, o programa tem potencial para mais de 3.600 horas de jogos e programas educacionais esportivos, que beneficiarão mais de 16 mil membros da comunidade em apenas um ano. 

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