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Com foco no afroempreendedorismo local, Feira Preta inaugura Casa PretaHub na Bahia

Espaço colaborativo vai funcionar de maneira híbrida, com opções gratuitas e pagas.

Redação
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Odé Produções
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O casarão da Casa PretaHub na Bahia possui seis quartos prontos para receber e hospedar artistas de todo o Brasil

Acessibilidade


Dez meses depois de abrir as portas em São Paulo, a Casa PretaHub chega também à cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. O espaço foi idealizado pela Feira Preta como um lugar de economia colaborativa para produzir conteúdos digitais, cocriar e desenvolver negócios criados por empreendedores negros, promovendo a difusão e valorização do afroempreendedorismo e da cultura afro diaspórica.

Com 800 metros quadrados, o espaço conta com um estúdio de foto e vídeo (e um de áudio, ainda em construção) para gravação de músicas e podcasts, cozinha compartilhada, biblioteca, área de exposições, loja colaborativa, café e salas para workshops e ambientes que podem ser ocupados por profissionais autônomos e empresas. A grande novidade é a possibilidade de hospedagem, já que o casarão possui seis quartos prontos para receber artistas de todo o Brasil.

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“Inaugurar essa unidade na Bahia, maior comunidade de negros e negras fora do continente africano, é a realização de um sonho. É um espaço que permite o apoio a esses profissionais durante todo o processo, da criação ao escoamento dos projetos, resgatando a nossa ancestralidade e dando todas as ferramentas para as potências pretas”, diz Adriana Barbosa, CEO da aceleradora PretaHub e fundadora da Feira Preta, evento anual realizado para promover a cultura e o empreendedorismo negro que recentemente lançou sua primeira plataforma de e-commerce.

A estrutura funciona com um modelo de negócio híbrido, mesclando serviços pagos e gratuitos. As reservas podem ser feitas sem custo no site da PretaHub, mas a utilização do espaço possui limitação de tempo. Para os convidados que quiserem aproveitar a Casa por um período maior ou contratar técnicos de sons, produtores e outros auxiliares para a criação, há um custo à parte. Toda a mão de obra é fornecida 100% por empreendedores negros.

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