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Com tecnologia e revisão de processos, Toyota celebra avanços em agenda sustentável

Em seis anos, operação da montadora no Brasil reduziu drasticamente o consumo de água e está avançando na equidade de gênero .

Redação
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Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/Reuters

No Brasil, a aposta da Toyota é na energia eólica como forma de abastecer suas plantas industriais

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Seis anos depois de adotar uma agenda ESG em suas operações, a Toyota realizou um balanço sobre o início de sua jornada de transformação sustentável, que deve chegar ao fim em três décadas. Em 2015, a montadora japonesa criou o Desafio Ambiental 2050, incorporando ao negócio as metas sociais e de preservação da natureza desenvolvidas pela ONU (Organização das Nações Unidas).

O maior desafio da agenda ambiental da montadora é alcançar, até o fim da iniciativa, a neutralidade na emissão de carbono no ciclo de vida dos veículos, o que geraria um impacto positivo no meio ambiente. Um dos pontos fundamentais para atingir essa meta é zerar as emissões de carbono nas plantas industriais até 2035. Para isso, a companhia tem pesquisado e desenvolvido novas soluções em suas fábricas, como a aposta em energia eólica para abastecer as plantas industriais localizadas no Brasil. Além disso, a Toyota também investiu na otimização de processos, com o intuito de diminuir o desperdício de água. Entre 2019 e 2020, por exemplo, houve uma economia de 87 mil metros cúbicos, redução de 30% no consumo.

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A iniciativa de sustentabilidade da montadora japonesa não ficou só nos processos fabris, chegando também aos produtos. Focada em diminuir a utilização de combustíveis de origem fóssil, a companhia tem desenvolvido automóveis eletrificados. Em março deste ano, a montadora lançou, por exemplo, dois modelos da marca Corolla com três motores, sendo um à combustão flex, e dois elétricos, carregados a partir da energia gerada por frenagens e desacelerações.

Em outra ponta, também parte de sua meta sustentável, a companhia tem feito parcerias com grupos de costura – como a Cooperativa Uni Arte Costura, de Indaiatuba (SP), e a Associação Social Comunidade de Amor, de Sorocaba (SP) – para a destinação de resíduos dos processos industriais. Intitulada “Projeto Retornar”, a iniciativa já reutilizou mais de 6,5 toneladas de tecidos desde 2011, provenientes de uniformes, airbags e cintos de segurança, por exemplo.

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No que diz respeito à área social, com vistas à diminuição da desigualdade de gênero, a Toyota quer aumentar a participação feminina na companhia. Para isso, revisou seus processos seletivos, em busca de maior equidade. Desde 2020, mais de 120 mulheres foram contratadas na sede brasileira, totalizando a presença feminina em 7% do total do quadro de colaboradores. Em nota, a companhia diz celebrar o avanço, dado o fato de que o setor é “historicamente masculino”.

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