Ministério da Saúde inclui todas as grávidas como prioridade em vacinação contra Covid-19

Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

O Brasil vacinou até o equivalente a 13% da população, de acordo com dados do Ministério da Saúde atualizados até ontem (26)

O Ministério da Saúde decidiu incluir todas as grávidas e mulheres no período pós-parto entre o grupo prioritário de vacinação contra a Covid19 no país, informou hoje (27) a coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunização), Franciele Francinato, em audiência pública na Câmara.

Segundo Franciele, primeiramente serão vacinadas as gestantes com comorbidades, e depois todas as demais. Deverão ser usadas as vacinas da Pfizer, Butantan e Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Ela disse que o governo vai alterar “um pouco” a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre a vacinação de grávidas em razão da vivência e do momento epidêmico pelo qual o Brasil vive.

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“À luz das novas evidências e que mostram, embora não esteja totalmente fechado, um risco maior tanto para gestante quanto para (as mulheres no) puerpério, a gente optou neste momento por incluir a gestante como grupo prioritário”, disse. “Hoje, o risco de não vacinar a gestante com o momento epidêmico já se justifica a introdução deste grupo”, completou.

Neste mês, o ministério da Saúde chegou a recomendar que as mulheres adiem os planos de gravidez por causa da pandemia de Covid19, uma vez que as novas variantes do coronavírus têm sido mais agressivas quando acometem gestantes, segundo autoridades da pasta.

A introdução das gestantes como grupo prioritário, segundo a coordenadora do PNI, foi aprovada em reunião recentemente e informada em nota técnica aos estados ontem (26).

A coordenadora não informou uma estimativa de grávidas e mulheres no período pós-parto (puerpério) a serem vacinadas. Antes dessa inclusão, o grupo prioritário já contava com mais de 72 milhões de pessoas, incluindo idosos, profissionais de saúde, pessoas com comorbidades e membros das forças de segurança.

O Brasil vacinou até o momento 27,3 milhões de pessoas com a primeira dose, o equivalente a 13% da população, de acordo com dados do Ministério da Saúde atualizados até ontem. (Com Reuters)

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