Vendas da Tesla na China despencam 70% em outubro

Segundo associação do setor, forma vendidos apenas 211 carros no mês.

Redação, com Reuters
Compartilhe esta publicação:
GettyImages
GettyImages

Montadora de carros elétricos disse em outubro que as altas de tarifas em peças importadas estavam castigando as vendas no mercado chinês.

Acessibilidade


As vendas de veículos da Tesla na China afundaram 70% no mês passado em relação ao mesmo período do ano passado, afirmou hoje (27) a associação de veículos de passageiros do país à Reuters, ressaltando como a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos está afetando a montadora norte-americana de veículos elétricos.

VEJA TAMBÉM: Tesla corta preços de carros na China

Um representante da Associação Chinesa de Veículos de Passageiros disse que dados do órgão da indústria mostravam que a Tesla vendeu apenas 211 carros no maior mercado de veículos do mundo em outubro. Procurada, a companhia de Elon Musk não se manifestou.

A montadora de carros elétricos, que importa todos os carros que vende na China, disse em outubro que as altas de tarifas em peças importadas estavam castigando as vendas no mercado chinês. Em julho, Pequim aumentou as tarifas sobre importações de veículos norte-americanos para 40% em meio a um cenário de piora no impasse comercial com os Estados Unidos.

Embora as vendas dos chamados veículos de novas energias continuem a subir em território chinês, as vendas mais amplas de automóveis apresentam uma forte desaceleração desde o meio do ano, deixando o mercado à beira de sua primeira contração anual em quase três décadas.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

A Tesla disse na semana passada que está cortando os preços dos veículos Model X e Model S na China em uma mudança de estratégia para tornar os carros “mais acessíveis” e absorver a maior parte do impacto das altas tarifas.

A montadora anunciou recentemente o local de sua primeira fábrica fora dos Estados Unidos, em Xangai, que irá ajudar a companhia a fugir das altas tarifas.

Compartilhe esta publicação: