Saiba onde estudaram os jovens líderes brasileiros

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Campus da Iese Business School em Barcelona

Com os cursos de especialização parte cada vez mais fundamental do currículo executivo, aumentaram – e muito – as ofertas dentro e fora do país, das mais variadas durações e com gamas de conteúdos cada dia que passa mais amplos. Estudar fora do Brasil também já não é tão difícil quanto era há alguns anos, graças a convênios, parcerias e até financiamentos específicos.

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Veja, na galeria de fotos a seguir, a trajetória educacional de 4 jovens executivos brasileiros:

  • “Tive a sorte de ter vários mestres. Foram inúmeras lições de gente de todo tipo de segmento, que acabam consolidando uma personalidade profissional. O gestor é um grande formador de cultura e de pessoas. Ele tem como papel ser um facilitador, um orientador. Uma pessoa que estimula outras pessoas a trazer à tona o que têm de melhor. Um líder abre as opções e apresenta caminhos. O importante também é ter humildade para aprender a crescer e evoluir. Sonhar grande sem perder o foco no objetivo e encontrar respostas que nos tragam brilho nos olhos. Cada um é dono de sua própria carreira. Temos de evoluir sempre, aprender a confiar nas lideranças e a ter inspiração para poder, dessa forma, inspirar os outros. Essa é a maior lição”.

    Rodrigo Galvão, presidente da Oracle Brasil. Graduado em administração pela PUC (SP), com MBA no Iese Business School da Universidade de Navarra (Espanha) e na Stephen M. Ross School of Business da Universidade de Michigan (EUA).

  • “Comecei minha carreira na IBM em Goiânia, onde nasci. Com poucos anos de casa, assumi uma posição na companhia em São Paulo. Naquele momento, aprendi a importância de tomar riscos e criar uma rede de confiança. Depois de dez anos, fui trabalhar na IBM em Nova York. Saí da zona de conforto e aprendi a importância de escutar, observar e se adaptar a um ambiente com uma dinâmica diferente da que eu conhecia. O momento divisor de águas foi viver na China: não falava chinês e estava em um ambiente completamente diferente do ponto de vista cultural, humano e mental. Tive que liberar espaço para imergir naquela cultura, romper barreiras e entender os funcionários que eu liderava. Nunca vamos estar 100% prontos no momento de tomar uma decisão, mas podemos e devemos assumir o risco, pois as experiências serão inigualáveis”.

    Ana Paula Assis, gerente-geral da IBM América Latina. Cursou ciência da computação na Universidade Federal de Goiás, fez especialização em administração para graduados na FGV e MBA na Fundação Dom Cabral.

  • “Com meus pais, aprendi a ter integridade, uma das qualidades mais valorizadas em um líder. Defino-a como a capacidade de manter-se alinhado aos seus valores mesmo nas situações mais difíceis, de ser uma pessoa confiável, de ter um comportamento consistente, de admitir seus erros e de ser um modelo daquilo que prega. Acredito que a influência dentro de uma organização não está ligada à posição na hierarquia, mas ao fato de você agir com integridade e inspirar confiança e respeito, liderando pelo exemplo”.

    Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter Brasil. Fez publicidade e propaganda na Universidade Federal Fluminense (UFF) e pós-graduação em relações públicas também pela UFF, além de pós em marketing na PUC-RJ. Entre as especializações, fez cursos na Wharton University of Pennsylvania, na Columbia University, no Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e na Singularity University.

  • “As lições mais valiosas que carrego até hoje são saber para onde se está indo e ancorar as decisões nessa direção. Depois, fazer tudo o que está em seu controle para não depender de fatores externos e de terceiros. Sempre aceitar e reconhecer que os erros são um caminho para o sucesso e que só acerta quem já errou. É fundamental também entender que muitas vezes as coisas não saem como queremos. Nesses momentos, temos que nos recompor e voltar para o nosso norte. Por fim, não elucubrar sobre a perfeição”.

    Eduardo Mufarej, sócio da Tarpon Investimentos, presidente do Conselho de Administração da Somos Educação e fundador da ONG RenovaBR, membro dos Conselhos do Centro de Liderança Pública, Ranking dos Políticos e da Escola de Negócios da Universidade de Yale. Graduado em administração de empresas pela PUC-SP, fez o programa Owner/President Managementa (OPM) da Harvard Business School.

“Tive a sorte de ter vários mestres. Foram inúmeras lições de gente de todo tipo de segmento, que acabam consolidando uma personalidade profissional. O gestor é um grande formador de cultura e de pessoas. Ele tem como papel ser um facilitador, um orientador. Uma pessoa que estimula outras pessoas a trazer à tona o que têm de melhor. Um líder abre as opções e apresenta caminhos. O importante também é ter humildade para aprender a crescer e evoluir. Sonhar grande sem perder o foco no objetivo e encontrar respostas que nos tragam brilho nos olhos. Cada um é dono de sua própria carreira. Temos de evoluir sempre, aprender a confiar nas lideranças e a ter inspiração para poder, dessa forma, inspirar os outros. Essa é a maior lição”.

Rodrigo Galvão, presidente da Oracle Brasil. Graduado em administração pela PUC (SP), com MBA no Iese Business School da Universidade de Navarra (Espanha) e na Stephen M. Ross School of Business da Universidade de Michigan (EUA).

Reportagem publicada na edição 63, lançada em novembro de 2018

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