Coronavírus terá impacto negativo no PIB do 1º tri, diz IBGE

Instituto diz, no entanto, que ainda não é possível prever a dimensão.

Redação, com Reuters
Compartilhe esta publicação:
Reuters
Reuters

Mulher utiliza máscara como prevenção contra o coronavírus no aeroporto de Brasília após ser registrado o segundo caso da doença no Brasil

Acessibilidade


O coronavírus terá impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no primeiro trimestre, embora ainda não seja possível prever a dimensão, de acordo com o IBGE.

A economia brasileira registrou em 2019 o desempenho mais fraco em três anos ao crescer 1,1%, terminando o ano com fortes perdas de investimento e levantando dúvidas sobre a atividade em 2020 em meio a potenciais danos provocados pelo coronavírus.

VEJA MAIS: PIB brasileiro cresce 1,1% em 2019, em linha com projeções do mercado

“O coronavírus vai aparecer no PIB no primeiro trimestre. Não sabemos em que dimensão e força, mas o impacto será negativo e deve aparecer no setor externo e seus efeitos na indústria”, afirmou hoje (4) a economista do IBGE Rebeca Palis.

“Não sabemos como vai ser a dinâmica de recuperação da economia global e como isso vai se manifestar aqui”, completou ela, destacando ainda possíveis impactos nas importações, como insumos e componentes.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia afirmou que, mais importante que um avanço do PIB em 2019 em linha com suas estimativas, foi a melhora observada na composição do crescimento.

Mas o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, já afirmou que a equipe econômica irá revisar a projeção de crescimento do PIB deste ano para baixo, mas que a taxa prevista não ficará menor que 2%. A atual projeção oficial é de 2,4%.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: