Da Goldman-Sachs ao seu próprio negócio: Mate Pencz conta como fundou a Loft

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O Under 30 Mate Pencz fundou a Loft, uma startup imobiliária, com seu sócio em 2015

Os impactos da crise da pandemia do novo coronavírus no mercado imobiliário foi o tema de uma conversa ao vivo entre Mate Pencz, coCEO e fundador da empresa imobiliária unicórnio Loft e o CEO e publisher da Forbes Brasil, Antonio Camarotti, no Instagram da revista.

Pencz de formou em economia em Harvard e trabalhou na Goldman-Sachs, na Inglaterra e nos Estados Unidos no mercado financeiro, antes de virar empreendedor no Brasil. Ele se mudou para cá em 2012 com seu sócio, que conheceu na faculdade, e fundou a Loft há pouco mais de dois anos. Em 2015, foi integrante da Lista Under 30 da Forbes norte-americana pelo seu primeiro projeto brasileiro, uma empresa de e-commerce chamada Printi. De acordo com o fundador, ele e o sócio Florian Hagenbuch criaram a Printi pela pura vontade de empreender. “Para nós, isso foi significante, pois colocamos o Brasil no mapa. Esse é o nosso maior desejo, colocar a bandeira do Brasil mundo afora”, ele explicou.

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Em 2015, a Printi foi vendida, e os empreendedores criaram o Fundo Canary, um fundo de investimentos brasileiro. No entanto, Pencz viu a venture como algo temporário. O executivo conta que sempre tomou os passos necessários para chegar aonde queria. Primeiro, juntou renda trabalhando na Goldman-Sachs por cerca de dois anos até conseguir abrir seu primeiro negócio. Depois disso, veio o fundo de investimentos que pavimentou o caminho para seu objetivo final, a Loft.

Quando questionado sobre por que escolheu o Brasil, Pencz explica que antes de 2012 não tinha muito conhecimento sobre o país. Mas, em suas pesquisas, a evolução de 2009 a 2011 chamou sua atenção. “Eu acredito que a classe de empreendedores que entraram no mercado nesta época é muito forte, muito preparada para jogar em patamares globais, isso porque já tivemos de passar por todos os desafios aqui”, ele contou.

Quando chegou ao Brasil, Pencz e mais dez jovens empreendedores estrangeiros se instalaram em um casarão para descobrir o país juntos. “Tínhamos todos comprado o mesmo sonho”, contou. O CEO explicou que só encontrou o grupo por conta de seu networking, e o grupo também só conseguiu decolar pelo mesmo motivo. Ele explica que esse é o conselho que ele tem de dar a jovens empreendedores: valorize o seu networking.

Hoje, com a Loft, Pencz enxerga grandes mudanças permanentes no futuro do mercado imobiliário pós-crise. Desde fevereiro, eles observam uma queda não só no Brasil, mas no mundo inteiro, mas mesmo assim, ainda têm o privilégio de lidar com ativos estáveis. “As pessoas ainda enxergam o mercado imobiliário como um investimento sólido, é uma classe de ativos na qual não há dúvidas que essa crise vai acabar, e ela vai sair mais forte”, ele explicou. Além da tendência clara de que o home office será cada vez mais comum, os consumidores enxergam uma nova importância em suas casas, como nunca antes. “As pessoas valorizam mais o lar que elas vivem hoje.”

A entrevista completa com Mate Pencz, da Loft, você encontra no vídeo abaixo. Para assistir a outras conversas ao vivo como essa, visite o canal da Forbes Brasil no Youtube ou no Instagram @ForbesBR.

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