Uber cortará 3.700 empregos e presidente não receberá salário

Empresa disse que as demissões incluem equipes de suporte e captação de clientes.

Redação
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Anushree Fadnavis/Reuters
Anushree Fadnavis/Reuters

Dara Khosrowshahi renunciará ao seu salário-base pelo restante do ano

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A Uber cortará cerca de 3.700 empregos e o presidente-executivo Dara Khosrowshahi renunciará ao seu salário-base pelo restante do ano, informou a empresa hoje (6), conforme a pandemia de Covid-19 pressiona seus negócios.

A empresa disse que as demissões incluem equipes de suporte e captação de clientes e espera incorrer em cerca de US$ 20 milhões em custos de indenizações e encargos relacionados.

LEIA MAIS: CTO da Uber deixa o cargo e empresa considera demissões em massa

A Uber e a rival Lyft suspenderam suas perspectivas financeiras para o ano, uma vez que a demanda por serviços de transporte de aplicativos caiu drasticamente em todo o mundo após governos imporem medidas de isolamento social para conter a transmissão do coronavírus.

Como a Uber é mais diversificada do que a Lyft, pode se apoiar em parte nos seus negócios de entrega de alimentos.

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A Lyft divulgará seus resultados trimestrais nesta noite e a Uber deverá reportar seu balanço amanhã (7). (Com Reuters)

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