Fundadores da Linx podem votar em assembleia, diz colegiado da CVM

Investidores enxergam os votos de Alberto Menache, Nércio Fernandes e Alon Dayan como um conflito de interesse.

Redação
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Xu Wu/Getty Images
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A assembleia de acionistas da Linx está marcada para o dia 17 de novembro

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Os fundadores da empresa de software Linx SA poderão votar em uma assembleia de acionistas que decidirá no dia 17 de novembro sobre uma oferta de aquisição feita pela StoneCo Ltd, de acordo com decisão do colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tomada ontem (14).

A decisão do colegiado reverteu uma decisão anterior tomada em outubro pela superintendência de relações com empresas da CVM que determinava que os três fundadores da Linx, incluindo o presidente Alberto Menache, não pudessem votar na reunião.

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Alguns acionistas da Linx têm argumentado que os fundadores vão receber benefícios, como contratos de não concorrência e de trabalho, caso um negócio com a StoneCo seja fechado. Esses investidores enxergam o voto dos fundadores como um conflito de interesse.

O colegiado da CVM, no entanto, disse que não entende, neste momento, que esses contratos sejam um caso concreto de benefício particular ou demonstre conflito de interesse.

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Os fundadores Menache, Nércio Fernandes e Alon Dayan detêm 14,4% do capital da Linx. O colegiado da CVM também negou um pedido de um acionista para adiar a assembleia de acionistas do dia 17 de novembro. (Com Reuters)

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