As tendências do transporte no futuro do trabalho

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Business Lounge na Regus Paulista, em São Paulo

Deslocar-se de casa para o trabalho provavelmente não está na lista de situações que os profissionais mais sentem falta nestes tempos de distanciamento social. A pandemia forçou milhões de pessoas a adotar o trabalho remoto e evitar deslocamentos desnecessários, com as consequentes reduções de custos, de estresse e de risco de contágio.

Assim como a pandemia obrigou o mundo a repensar o trabalho e o papel do escritório tradicional, já vemos um sinal positivo no que diz respeito ao tempo economizado no transporte e no consequente ganho de qualidade vida. Observando o movimento mundial, separamos cinco tendências no transporte de colaboradores para os próximos anos. Confira a seguir.

1. Transporte hi-tech e contactless

Para um futuro próximo, podemos esperar modelos de transporte mais rápidos, suaves e muito menos estressantes. Se você precisar se deslocar para locais mais distantes, a tendência é de que a pré-reserva de assento seja um grande benefício, fazendo com que o transporte público se pareça um pouco com os apps de mobilidade atuais. Além disso, a redução do risco de infecção agora e no futuro também levou a um maior impulso para implantar a tecnologia de bilhetagem sem contato em sistemas de transporte público em todo o mundo – usando aplicativos de smartphone, bluetooth ou cartões de crédito.

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Unidade no The Woodlands, em Houston (EUA)

2. Menos deslocamentos e espaços flexíveis

Com o trabalho remoto e a diminuição drástica de custos dele decorrentes, uma das primeiras ações a serem reavaliadas pelas empresas é o custo expressivo com escritórios tradicionais. Em meio ao desafio de se adaptar ao “novo normal”, os gestores optaram por migrar totalmente suas operações para escritórios flexíveis ou mantiveram uma sede menor e dividiram seus funcionários em squads ou grupos de trabalho pelos coworkings mais próximos de suas residências. Com essas medidas, os contratantes permitem que seus colaboradores possam encontrar maior equilíbrio entre o home office e o trabalho no escritório.

3. Semanas de trabalho mais curtas

Mesmo antes da pandemia, já existia um movimento para a diminuição de deslocamentos, especialmente em horários de pico nas grandes cidades, à medida que os empregadores ofereciam mais opções de trabalho flexível para seus times. E, após as pessoas sentirem na pele o quão importante foi e está sendo essa redução, não apenas para o colaborador, mas também para o meio ambiente, é natural considerarmos que essa mudança vá permanecer no futuro, a ponto até de evoluir para a retirada de um dia (ou mais) na semana útil de trabalho, a chamada “semana de quatro dias”.

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Instalações da Regus no shopping JK Iguatemi, em São Paulo

4. Diminuição de carros nas ruas

Com muitas pessoas abandonando o transporte coletivo durante a pandemia, o interesse pelo ciclismo aumentou ainda mais, com fabricantes e varejistas relatando um aumento nas vendas de bicicletas. Percebe-se também um aumento nas vendas de bicicletas elétricas, uma alternativa para quem não quer chegar suado ao escritório. No final, isso significa menos congestionamentos nas ruas e avenidas, com redução na emissão de gases de efeito estufa.

5. Opções de transportes mais flexíveis (e confortáveis)

Os dias em que ficamos amontoados em um vagão de trem ou em ônibus lotados também podem estar contados. Vários países, incluindo o Brasil, estão usando uma tecnologia mais moderna para ajudar a diminuir a superlotação no transporte público. Contadores de passageiros automatizados e sensores de peso fornecem informações sobre a capacidade dos meios de transporte por meio de aplicativos de smartphones ou telas nas estações, para que os clientes saibam onde estão os vagões menos cheios. Os apps também podem notificar os passageiros sobre aglomerações e problemas potenciais antes de iniciar sua jornada, fornecendo rotas alternativas.

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