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Flexibilidade cognitiva: 5 maneiras de potencializar o seu cérebro

Alterar alguns detalhes da rotina pode deixar a mente mais adaptável e resiliente diante de mudanças e problemas

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PM Images/Getty Images
PM Images/Getty ImagesAlterar alguns detalhes da rotina pode deixar a mente mais adaptável e resiliente diante de mudanças e problemas

Durante o último ano e meio, vimos mudanças sociais em escala global. Houve uma reconfiguração da “norma” em quase todos os aspectos de nossas vidas e, como tal, tivemos que adaptar nossas estratégias em todas as áreas, desde relacionamentos pessoais a técnicas educacionais e dinâmicas profissionais. Algumas pessoas tiveram mais facilidade do que outras para se ajustar a essa mudança, e isso pode ser devido a um grau mais alto da chamada flexibilidade cognitiva.

A flexibilidade cognitiva reflete até que ponto somos capazes de adaptar nossos processos de pensamento e comportamentos dentro de um ambiente em mudança. Pessoas com essa capacidade desenvolvida podem ajustar estratégias ineficazes rapidamente, reconhecer e evitar preconceitos e até mostrar resiliência diante da adversidade. Já os que não possuem essa habilidade tendem a lutar contra as mudanças devido ao seu pensamento rígido.

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A rede neural

Nossos sistemas nervosos comunicam informações por todo o nosso corpo por meio de vias neurais, que são as conexões formadas entre os neurônios em nosso cérebro. Quando pensamos em algo pela primeira vez, o órgão identifica um padrão e atribui um significado a ele. Quando pensamos na mesma coisa novamente, como fazemos durante nossas rotinas, as mesmas vias neurais se iluminam.

Cada vez que aprendemos algo, isso constrói os circuitos neurais nos nossos cérebros, aumentando sua eficiência. E cada vez que lembramos e utilizamos esse aprendizado, ele reforça os caminhos, desenvolvendo conexões e criando um mecanismo que permite que nosso cérebro acesse uma variedade de informações mais rapidamente.

À medida que o número de conexões aumenta nos nossos cérebros, somos mais capazes de fazer transições entre pensamentos ou “mudar de marcha” mais rapidamente. Essas conexões também nos permitem desenvolver melhores habilidades de observação e raciocínio, bem como desconstruir tarefas complexas de maneira mais eficaz.

Uma coisa importante a lembrar sobre nossos caminhos neurais é que todo aprendizado – tanto positivo quanto negativo – serve para construir conexões. Os circuitos usados ​​com frequência se tornam mais robustos com o tempo. Portanto, considere como você está gastando suas energias e quais padrões você está fortalecendo, porque esses caminhos formam a base de seus hábitos, pensamentos, sentimentos e ações.

Simplificando, é possível aumentar a flexibilidade cognitiva ao tornar o aprendizado uma prioridade.

Veja, a galeria abaixo, as cinco melhores maneiras de desenvolver a flexibilidade cognitiva:


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