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Como a pandemia ameaça o futuro dos esportes

Sem perspectiva de vacina a curto prazo, instabilidade financeira, mudança nas perspectivas futuras e saúde mental preocupam o setor

2 min
Mike Lawrie/Getty Images
Mike Lawrie/Getty ImagesAmeaça do coronavírus atinge desde os esportes juvenis até grandes tradições

Os norte-americanos estão correndo para voltar aos esportes que amam. Os jogadores querem jogar, os treinadores querem treinar e as equipes querem ver os torcedores nas arquibancadas, mais cedo ou mais tarde. Mas e se o retorno aos esportes (da maneira como eram antes) acabar sendo mais uma maratona do que uma corrida?

Embora as autoridades de saúde pública afirmem que uma vacina aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) deve estar pronta no início de 2021, essa estimativa se baseia mais no otimismo médico do que em evidências científicas. Quase todas as vacinas levam cinco anos ou, geralmente, muito mais. O recorde mundial de tempo recorde para a produção foi estabelecido em 1967, quando a farmacêutica Merck desenvolveu a vacina contra caxumba em apenas quatro anos.

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Cientistas apontam que atingir a “imunidade de rebanho”, a ponto do vírus não se espalhar mais, exigirá que pelo menos 50% dos Estados Unidos (165 milhões norte-americanos) seja vacinado ou adquira o vírus e se recupere dele. Isso significa que a vacina precisa ser altamente eficaz e que as pessoas precisam se sentir seguras para tomá-la. Nenhum dos resultados é definitivo e, de qualquer forma, chegar lá pode levar vários anos. Mesmo a linha de estudo mais otimista assume que as pessoas desenvolverão imunidade duradoura ao vírus, mas também não é comprovado cientificamente.

Veja na galeria de imagens as cinco grandes ameaças que o futuro dos esportes enfrenta.

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