AgroRound: Foodtech do Grupo Mantiqueira apresenta ovos e omeletes plant-based

Confira também notícias sobre John Deere, Embrapa, Katayama, Minerva Foods e outros.

Redação
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A N.OVO, spin-off foodtech do Grupo Mantiqueira, com sede na cidade de Itanhandu (MG), lançou um novo produto para substituir ovos mexidos e omeletes. Chamado de N.OVO Mexido e Omelete, o produto plant-based é formulado a partir de ervilha, soja e cúrcuma.

Apresentado em pó, a empresa afirma que a versão vegana do ovo possui “sabor, coloração e consistência idênticos ao ovo tradicional” e pode ser preparada de maneira simples. O produto é resultado de investimentos de três anos de estudo de mercado, pesquisas de formulações, ingredientes e tecnologia. 

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“O lançamento desse produto para o varejo foi uma grande conquista e uma grande inovação para nós”, afirma Amanda Pinto, fundadora da marca e empreendedora presente na lista Forbes Under 30 de 2021. “Esse foi o desenvolvimento mais desafiador que já tivemos na companhia, e ver que agora as pessoas podem preparar seus ‘omeletes e ovos mexidos’ no conforto de suas casas, com os temperos que preferirem nos enche de alegria e orgulho.”

Minerva Foods lança loja no Ifood para consumidores de São Paulo

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A Minerva Foods, uma das maiores do setor de proteína animal, está iniciando uma nova frente de venda de proteína animal: a criação da loja My Beef em Casa no IFood. A novidade, disponível para consumidores da capital paulista,  é composta por linhas de carnes premium, pescados, empanados de frango e outros.

“Estamos em busca de soluções cada vez mais digitais, com o objetivo de trazer novas possibilidades na experiência de compra na jornada de nossos consumidores”, diz André de Carvalho, diretor de negócios da Minerva Foods. “Além da praticidade e agilidade do My Beef em Casa, nossa loja online é também uma forma de ampliarmos nossa rede de distribuição, de estreitar ainda mais o relacionamento com o público B2C (business to consumer) e D2C (direct to consumer), facilitando o acesso do consumidor final aos produtos da Minerva Foods.”

Inicialmente, o serviço atende consumidores do bairro da Lapa, em São Paulo. Futuramente, o atendimento será ampliado para o centro da cidade e bairros do entorno, além do projeto se estender a outros aplicativos de entrega.

Comunidades indígenas recebem tratores da marca Massey Ferguson

Divulgação

Adquiridos pela Funai (Fundação Nacional do Índio), 14 tratores MF 4300 da estadunidense Massey Ferguson foram entregues a comunidades indígenas. 

Mais de 10 etnias indígenas dos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia receberam os veículos.  “A Massey Ferguson está preparada para atender uma diversidade de públicos”, afirma Alex Tavares, coordenador comercial na Massey Ferguson.

Os tratores foram entregues em Cuiabá (MT) durante o Seminário Regional Política de Etnodesenvolvimento e Sustentabilidade. Nesta região, a concessionária Guimarães, principal vendedora da Massey Ferguson em Mato Grosso, irá capacitar os líderes indígenas para a operação das máquinas.

Produtores do queijo da Canastra se aproximam do mercado paulista

O queijo artesanal produzido na Serra da Canastra, em Minas Gerais, foi destaque em evento realizado nos dias 20 e 21 de agosto, em São Paulo. A primeira edição do “Canastra na Estrada” foi criada com o objetivo de ampliar a comercialização do queijo da Canastra nesse mercado. 

O evento realizado pela Aprocan (Associação dos Produtores de Queijo da Canastra) com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e ComerQueijo foi fechado para lojistas, com informações sobre o produto artesanal e degustações.

Reconhecido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 2008 como patrimônio imaterial brasileiro, o queijo é fabricado de maneira artesanal à base de leite cru nas regiões da Serra da Canastra, Serro e Serra do Salitre. Atualmente, a região concentra cerca de 800 pequenos produtores que, juntos, produzem cerca de 4 mil toneladas por ano. 

Grupo Katayama investe em novo sistema de gestão

Em busca de aprimorar o controle dos seus negócios, o Grupo Katayama, com sede em Guararapes (SP), player dos segmentos avícola, de pecuária e de fertilizantes orgânicos, lançou o Projeto Gestão 360.

O projeto é encabeçado pela adoção da ferramenta de gestão SAP S/4HANA Cloud. Segundo Roberto Suguihara, diretor administrativo e financeiro do Grupo Katayama, o software é a melhor solução para as necessidades presentes e, principalmente, para as estratégias futuras de negócios do Grupo.

O SAP S/4HANA Cloud tem por objetivo introduzir diversas inovações tecnológicas ao sistema ERP (Sistema integrado de gestão empresarial) das empresas. “O software de gestão é capaz de integrar sistemas; otimizar e simplificar processos no backoffice e demais departamentos das empresas. Ou seja, a solução é capaz de gerar maior eficiência para o modelo de negócios das companhias”, explica Mario Tiellet, vice-presidente de Midmarket da SAP Brasil, empresa alemã por trás da nova ferramenta da Katayama.

De acordo com Tellet,  o software leva uma visão 360 do negócio, com uma integração pioneira e inédita no setor avícola, alcançando todas as operações da indústria – desde o suporte na alimentação, passando pelo controle da produção, rastreabilidade, até a venda dos ovos.

Laboratório de Nanotecnologia da Embrapa Gado de Leite é reinaugurado

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Na última semana, a Embrapa Gado de Leite, unidade de Juiz de Fora (MG), reinaugurou seu laboratório de Nanotecnologia para Saúde e Produção Animal, agora denominado “Laboratório de Inovação em Nanobiotecnologia e Materiais Avançados para Pecuária”.

Com o objetivo de realizar pesquisas ligadas à caracterização de nanomateriais e de micro e nanoestruturas do leite, o espaço foi ampliado e modernizado para impulsionar as condições de segurança laboratorial e de integração das atividades de pesquisa.

“Temos agora um espaço que foi estruturado para desenvolver pesquisas de segurança básicas e aplicadas que resultarão em produtos para o setor pecuário”, afirma o pesquisador Humberto Brandão. “Desenvolvemos pesquisas e produtos de interesse da pecuária nacional e nos relacionamos com empresas privadas para o desenvolvimento conjunto de tecnologias. Já possuímos patentes concedidas no Brasil e no exterior de nanopartículas para o tratamento de mastite, além de nanopartículas de própolis para tratamento de várias infecções.”

John Deere compra as fábricas da joint-venture Deere-Hitachi

A norte-americana de máquinas e implementos agrícolas John Deere fechou um acordo com a japonesa Hitachi Construction Machinery para encerrar os contratos de manufatura e vendas da joint-venture Deere-Hitachi, criada em 1988.

Com a mudança, as empresas entrarão em novos contratos de licenciamento e fornecimento de componentes, o que permitirá à John Deere continuar a fabricar e distribuir a atual linha de escavadeiras da marca Deere nas Américas.

A partir de 28 de fevereiro de 2022, a John Deere controlará as fábricas da joint-venture, incluindo a unidade Deere-Hitachi Brasil em Indaiatuba (SP).

“Por muitos anos, a John Deere e a Hitachi desfrutaram de uma parceria mutuamente bem-sucedida nas Américas”, diz John Stone, presidente da divisão de Construção, Florestal e de Motores da John Deere. “À medida que viramos a página para um novo capítulo das escavadeiras Deere, continuamos comprometidos em apoiar nossos clientes de hoje e de amanhã.”

100 Foods firma parceria com içougue e expande canais de venda

A 100 Foods, foodtech paulistana voltada à alimentação saudável, expandiu seus canais de venda através de uma nova parceria com o içougue, marketplace de venda de carnes e produtos veganos à base de plantas.

Os produtos da foodtech, os únicos no Brasil produzidos com a proteína da ervilha amarela, estão disponíveis no e-commerce que pode ser acessado pelo app ou site da loja. A plataforma está disponível para a grande São Paulo e Rio de Janeiro

“A parceria com a 100 Foods, agrega ainda mais qualidade, opções e sabor, ao público do Veggie do içougue”, diz Tiago Albino, CEO da içougue.

Japão abre mercado para o material genético avícola do Brasil

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A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) anunciou que o Japão abriu o seu mercado para a genética avícola do Brasil. A abertura vale para empresas genéticas de ovos férteis e pintos de um dia instaladas no Brasil, que atendam aos requisitos de saúde animal publicados pelas autoridades sanitárias daquele país.

“A nova oportunidade para as vendas de produtos avícolas do Brasil, desta vez com foco em genética avícola, reforça o reconhecimento do mercado japonês quanto aos elevados critérios sanitários e de qualidade, especialmente neste segmento, com forte agregação de valor, que agora ganha o reforço da marca internacional Brazilian Breeders”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A relação entre produtores avícolas do Brasil e o mercado japonês é uma das mais tradicionais do agronegócio nacional.  São cerca de quatro décadas de exportações de carne de frango com a nação que hoje figura como segundo principal destino para o produto brasileiro.

Selo reconhece apoio à conservação das abelhas e da biodiversidade

Dirigida por Ana Lucia Delgado Assad, ex-coordenadora ddaárea de Biotecnologia e Saúde do Ministério da Ciência e Tecnologia, a A.B.E.L.H.A. (Associação Brasileira de Estudos das Abelhas) desenvolveu um novo selo destinado a empresas, entidades e organizações que contribuem para a promoção da agricultura sustentável e a manutenção de uma relação harmoniosa entre o agronegócio e a conservação da biodiversidade e das abelhas.

O Selo Parceiros da A.B.E.L.H.A. reconhece as entidades e empresas que apoiam a missão da associação e estão alinhadas ao compromisso com a conservação das abelhas e outros polinizadores.

Algumas das companhias e entidades que adotaram o selo são a Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), a Abrafrutas (Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), a CropLife Brasil e a Syngenta.

Sojicultores do Maranhão recebem por serviços ambientais

Pela primeira vez, o projeto PSA Soja Brasil remunerou sojicultores de 50 propriedades do Maranhão, mostrando como a modalidade de PSA (Pagamentos por Serviços Ambientais) pode ser benéfica ao produtor e ao meio ambiente. 

O projeto é idealizado pela TFA (Aliança para as Florestas Tropicais), plataforma que reúne múltiplos parceiros em torno do objetivo da busca e da implementação de soluções para o combate ao desmatamento.

“Em 2020, a TFA iniciou uma série de diálogos setoriais de soja com o objetivo de debater e acordar uma parceria público-privada para incrementar a produtividade e a qualidade ambiental da sojicultura brasileira”, explica Fabíola Zerbini, diretora da TFA para a América Latina. “A partir disso, ficou acordado que essa parceria deveria se centrar em uma política clara de incentivo a produtores para aprimoramento das práticas produtivas e ambientais de forma coordenada com as oportunidades em torno do crescente mercado de carbono e demais serviços ambientais”.

Este primeiro ciclo, marcado pelo pagamento efetivo dos serviços ambientais aos produtores, contou com apoio financeiro da Sumitomo Chemical, companhia química japonesa com presença no Brasil.

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