Riachuelo se alia à ONU para empregar mulheres refugiadas

Varejista uniu-se à agência para refugiados e vai garantir abrigo e assistência financeira

Martina Colafemina
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Riachuelo fará um processo seletivo exclusivo para refugiadas e doou R$ 250 mil à ACNUR

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A Riachuelo se uniu à ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) para criar um processo seletivo exclusivo para mulheres refugiadas no Brasil, parceria que envolve ainda a doação de R$ 250 mil da Riachuelo à organização.

Além de emprego, a parceria tem outras frentes de apoio. As instituições fornecerão abrigo, assistência médica e financeira, além de atendimento psicossocial e jurídico para registro de documentação. “Com isso pudemos ampliar nosso alcance e impacto em cada uma de nossas frentes de trabalho”, diz Samantha Federici, chefe do escritório de parcerias com o setor privado da ACNUR no Brasil.

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As refugiadas geralmente chegam ao Brasil com qualificação profissional e experiência, mas a falta de emprego no país e a própria língua são barreiras. “Nosso propósito é oferecer uma base para o desenvolvimento destas mulheres que, muitas vezes, são chefes de família”, diz Valesca Magalhães, gerente-executiva da empresa e conselheira do Instituto Riachuelo.

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