Janguiê Diniz responde às 3 perguntas mais comuns numa entrevista de emprego

O bilionário comanda um dos maiores grupos de educação do país, o Ser Educacional, e ajuda milhares de alunos a ingressar no mercado de trabalho todos os anos .

Gabriela Arbex e Maria Laura Saraiva
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Janguiê Diniz é fundador do Ser Educacional, instituição que ajuda 152 mil alunos a ingressar no mercado de trabalho

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Quem vê Janguiê Diniz comandando o maior grupo de educação do Nordeste, o Ser Educacional, não imagina que sua relação com o trabalho começou aos 8 anos de idade, quando ganhou os primeiros trocados como engraxate. Desde então, Diniz não parou de trabalhar – são 49 anos de experiência na rua, na sala de aula ou no escritório.

Natural da Paraíba, José Janguiê Bezerra Diniz se formou em direito pela Universidade Federal de Pernambuco e em letras pela Universidade Católica de Pernambuco. O empresário, que apareceu na 143ª posição na lista da Forbes Brasil 2020 com patrimônio estimado em R$ 2,65 bilhões, apostou na educação desde o início, quando abriu seu primeiro negócio em 1994: o Bureau Jurídico, um cursinho preparatório para concursos públicos. Quatro anos depois, Diniz também fundou o BJ Colégio e Curso.

LEIA MAIS: “Um sonho precisa ser seguido por atitudes”, afirma Janguiê Diniz, fundador da Ser Educacional

Principal negócio do empresário, o Ser Educacional nasceu em 2003. Presente na região Norte, Nordeste e Sudeste do país, a instituição atualmente ajuda mais de 152 mil alunos a ingressar no mercado de trabalho. Com o capital aberto na bolsa de valores desde 2013, o grupo registrou R$ 121,53 milhões de lucro líquido só no quarto trimestre de 2020.

O autor de “Transformando sonhos em realidade” e “Fábrica de Vencedores” respondeu à Forbes as 3 perguntas mais comuns numa entrevista de emprego. Veja as respostas do empresário abaixo:

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Forbes: Por que devemos contratá-lo?

Janguiê Diniz: Eu já tive outras experiências profissionais que somaram muito em minha carreira, e acredito que estou em um momento de grande desenvolvimento. Pode ter certeza de que minha dedicação ao trabalho é total, sempre acreditei que como colaborador, devemos fazer mais do que o necessário e ter pensamento empreendedor com atitudes empreendedoras, ou seja, ser proativo, inovador, potencializar o lado criativo, assumir responsabilidades e pensamento de dono. Sou um profissional que tem iniciativa e comprometimento, e procuro sempre enxergar os problemas de forma ampla, para buscar as melhores soluções e antecipar possíveis adversidades. Acho que posso somar ao time da empresa, trazendo novos pontos de vista e opiniões que levem à inovação. Estou bastante disposto a, acima de tudo, colaborar e fazer o negócio dar certo, porque minha premissa é de que, quando cada pessoa envolvida em um projeto dá o seu melhor, o resultado é de uma sinergia com entregas muito melhores.

F: Como você define seus pontos fortes e fracos e como os posicionaria em uma equipe?

JD: Sou um empreendedor nato, então meu pensamento está sempre voltado para a inovação e resolução de problemas. Me considero um bom intraempreendedor e costumo desenvolver ações empreendedoras dentro do ambiente de trabalho. Gosto de pensar sempre em como trazer mais agilidade e eficiência aos processos internos, e também como melhorar produtos e serviços para garantir diferenciais à empresa, afinal, estamos em um mercado altamente competitivo. Acredito que essa atitude também pode motivar os demais membros da equipe, fazendo-os desenvolver esse olhar empreendedor, que é extremamente benéfico para todos: o time e a própria empresa.

F: Quais são as suas expectativas de salário?

JD: Eu acredito que o salário é uma consequência e, ainda mais, um meio de atingir outros objetivos. Por isso, espero um salário em linha com minha entrega, uma vez que procuro sempre me dedicar ao máximo às minhas atividades. Mas gostaria também que fizesse parte da remuneração a minha participação nas ações da empresa como stock options.

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